sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Renovação do casamento de Ney & Daisy

Piloto de Vitória da Conquista é campeão brasileiro de Kart

O piloto conquistense Márcio Eduardo foi o grande destaque do 6º Festival Brasileiro de Kart, realizado em Araraquara-SP, no Kartódromo Adalberto Cattani, trazendo para a nossa cidade o título de Campeão Brasileiro de Kart, na categoria RD 135 Master.

A competição realizou-se nos dias 02 a 05 de setembro e contou com cerca de oitenta pilotos inscritos e com a presença de várias autoridades locais. Mais de quatro mil pessoas compareceram para prestigiar o evento e experimentaram a emoção constante em todas as disputas, que foram bem equilibradas.

Márcio Eduardo, também campeão nordeste e tricampão baiano, fez o tempo record da pista, estando na frente em todas as etapas da competição: foi pole position e ganhou todas as três baterias da corrida com grande vantagem. “A corrida foi muito bonita, com adversários de alto nível, incluindo campeões brasileiros e mundiais. Fico muito feliz em estrear em um campeonato brasileiro com tanto êxito, parabenizo todos os pilotos e agradeço o apoio de meus patrocinadores e equipe”.

O Festival terminou com um saldo muito positivo para a Bahia, pois o piloto George Gusmão, também de Vitória da Conquista e 5º colocado na Categoria RD 135 Master, trouxe o troféu de campeão da Categoria RD 135 Sprint.

Por Luciana Flôres
Com informações do Blog do Marcelo

Papa recebe arcebispo de Vitória da Conquista

O Papa Bento XVI recebeu nesta segunda-feira (6), na residência apostólica, em Castel Gandolfo, mais um grupo de bispos do Regional Nordeste 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que engloba os Estados de Bahia e Sergipe. Do Estado da Bahia, o Papa recebeu o Arcebispo Metropolitano de Vitória da Conquista, Dom Luis Pepeu, o Bispo de Caetité, Dom Ricardo Guerrino Brusati, e o Bispo emérito de Caetité, Dom Antônio Alberto Guimarães Rezende, o Bispo de Jequié, Dom Cristiano Jakob Krapf, o Arcebispo de Feira de Santana, Dom Frei Itamar Vian, e o Bispo de Barra, Dom Frei Luiz Flávio Cappio, e do Estado de Sergipe, o Bispo de Estância, Dom Marco Eugênio Galrão Leite de Almeida.

As informações são do Conquista de Todos.

Agências franqueadas dos Correios correm o risco de fechar na Bahia

As exigências impostas pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) em processo licitatório poderão resultar no fechamento de pelo menos 58 das 75 agências dos Correios franqueadas que funcionam na Bahia, resultando em prejuízos no trânsito de cartas, documentos e encomendas no Estado.

As franquias, que até este ano atuavam ser ter passado por uma licitação, terão de se adequar às novas normas propostas pelo edital dos Correios até o dia 10 de novembro. No Brasil, são ao todo 1.426 franqueadas, que representam 12% do total de agências e 42% do faturamento bruto dos Correios. Destes, apenas 188 já passaram pelo processo licitatório.

Segundo o advogado da Associação Brasileira de Franquias Postais (Abrapost), Marco Aurélio de Carvalho, o edital, que foi publicado em dezembro do ano passado, precisa de ajustes: “É preciso ressaltar que não somos contra a realização da licitação. Mas constatamos que o edital possui uma série de irregularidades. Não foram realizadas audiências públicas, não houve um projeto básico na licitação e a proposta não contempla uma equação de equilíbrio financeiro que justifique o negócio”, avalia.

A publicação do edital segue uma determinação do Projeto de Lei 11.668, aprovado em 2008. A principal queixa dos franqueados é referente às normas que definem as características do espaço físico das agências.

Segundo o presidente da Associação das Franquias dos Correios da Bahia, Roberto Maron, 78% das agências baianas não teriam condições de se adequar a estas exigências. De acordo com Maron, em caso de fechamento destas franquias, cerca de três mil trabalhadores ficariam desempregados.

Pelo edital, os franqueados também serão impedidos de atuar no mercado de entregas de encomendas e materiais comerciais, como revistas e jornais. Este tipo de serviço ficaria restrito aos Correios e empresas privadas que atuam neste segmento, como DHL, FedEx e UPS.

Fonte: A Tarde

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Qual o propósito da Bíblia - Nenhuma biografia tem transformado tantas vidas como a vida de Jesus

O fator mais importante – que classifica a Bíblia como o livro mais singular – é a influência que ela tem sobre a vida dos homens. Embora a Sagrada Escritura seja um grande tesouro com respeito à sua contribuição para humanidade em literatura, filosofia e história, o maior valor deste livro se encontra na grande influência que exerce sobre as pessoas. Através de suas páginas o homem se vê exposto à sua verdadeira condição diante de Deus; a Palavra de Deus é como uma espada que penetra até os pensamentos e propósitos do homem e o convence de seus pecados diante do Todo-poderoso (cf. Hb 4:12). "Porque a Palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração").

Santo Agostinho era um homem indisciplinado e libertino em sua juventude, porém, sua mãe orava por ele enquanto ele crescia. Depois de levar uma vida dissoluta por muitos anos, certo dia, com trinta e um anos de idade, ao ler a Bíblia debaixo de uma figueira, chegou ao trecho que diz "Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes, mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo, e nada disponhais para a carne, no tocante às suas concupiscências" (Rm 13:13-14). Essas palavras o convenceram dos seus pecados e ele se arrependeu diante do Senhor e se tornou um servo de Cristo.

No curso da história, muitas pessoas famosas foram movidas a crer em Cristo e a ler a Sagrada Escritura. O imperador francês Napoleão, após ter sido derrotado e exilado na ilha de Santa Helena, confessou que embora ele e outros grandes líderes tivessem fundado seus impérios com uso da força, Jesus Cristo edificou Seu Reino com amor. E também confessou que embora pudesse reunir seus homens em torno dele em prol de sua própria causa, ele teria de fazê-lo falando-lhes face a face, enquanto, por dezoito séculos [na época], incontáveis homens e mulheres se dispuseram a sacrificar, com alegria, a própria vida por amor a Jesus Cristo, sem tê-Lo visto sequer uma vez.

A razão pela qual muitos se dispuseram a deixar tudo para seguir a Cristo e ser martirizados por causa d'Ele é que eles O viram revelado na Bíblia. Esse livro sagrado tem sido a fonte de inspiração para que muitos creiam em Nosso Senhor Jesus Cristo. E embora muitos reis, imperadores e governantes tenham tentado, nos últimos dois mil anos, erradicar a Bíblia, a começar pelos imperadores romanos do primeiro século até os governos ateus deste século, nenhum poder sobre a terra tem conseguido abalar a atração do homem por esse livro sagrado e pela Pessoa maravilhosa que ele revela. O Cristo revelado na Bíblia continua hoje tão vivo como há dois mil anos. Nenhuma biografia de homem sobre a terra tem transformado tantas vidas como a vida de Jesus Cristo o faz.

A Bíblia existe para que possamos compreender, temer, respeitar e amar a Deus sobre todas as coisas, assim ela se denomina a si mesma como a Sagrada Escritura: "E desde a infância conheces as Sagradas Escrituras e sabes que elas têm o condão de te proporcionar a sabedoria que conduz à salvação, pela fé em Jesus Cristo. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra" (cf. II Tm 3,15-17).

A revelação principal da Bíblia é a vida; o diabo veio para matar, roubar e destruir, mas Jesus Cristo veio para que aqueles que n'Ele cressem, e por Ele vivessem, tenham vida e vida em abundância. "O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (João 10,10). Por isso, quando lemos a Bíblia, devemos entrar em contato com o Senhor Jesus, orando para que Ele nos dê revelação da palavra lida.

"Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos" (Ef 6,17-18). E orando também para que sejamos capacitados pelo Espírito Santo para viver a Palavra de Deus, e não só apenas conhecê-la em nossa mente, pois o simples fato de conhecermos a Bíblia não nos faz cristãos; os judeus cometeram esse erro, pois eles examinavam as Escrituras, mas não conheciam a Pessoa de Cristo. "Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida" (Jo 5,39-40). Isso pode ser mais bem compreendido ao analisarmos o versículo de II Coríntios, 3,6: "O qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica".

Não devemos tomar a Bíblia como um livro comum, apenas para nos trazer algum conhecimento a nossa mente, mas devemos tomá-la como um livro de vida, contatando o Senhor Jesus, através da oração, para que Ele nos conceda algo vivo em Sua Palavra, ou seja, algo que traga uma lição prática para o nosso viver no dia a dia, pois a intenção de Deus, revelada na Sagrada Escritura, não é apenas a salvação do nosso espírito, como também a salvação de todo o nosso ser, para que consigamos viver coletivamente na Igreja, que é comparada ao Corpo e à Esposa de Cristo: "O qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade" (I Tm 2,4). "O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo" (I Ts 5,23). "Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo" (I Cor 12,27). "Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou" (Ap 19,7).

Por Padre Anderson Marçal
Fonte: Canção Nova

sábado, 4 de setembro de 2010

A Santa Missa - Recomendações utéis aos fiéis

As duas partes que constituem, de algum modo, a Missa, isto é, a Liturgia da Palavra e a Liturgia Eucarística, estão tão intimamente ligadas entre si, formando um só ato de culto. Ninguém deve aproximar-se da mesa do Pão do Senhor, senão depois de ter estado presente à mesa da Sua Palavra. É da máxima importância, pois, a Sagrada Escritura na celebração da Santa Missa.

A leitura da perícope evangélica é reservada ao ministro ordenado, ou seja, ao diácono ou ao sacerdote. As outras leituras, quando for possível, sejam confiadas a quem tenha recebido o ministério de leitor ou a outros leigos, preparados espiritual e tecnicamente. À primeira leitura segue-se um Salmo responsorial, que faz parte integrante da Liturgia da Palavra.

A homilia tem por fim explicar aos fiéis a Palavra de Deus, proclamada nas leituras, e atualizar a mensagem dela. Compete, portanto, ao sacerdote ou ao diácono fazê-la [homilia].

A proclamação da Oração Eucarística que, por sua natureza, é como que o ponto culminante de toda a celebração, é reservada ao sacerdote, em virtude de sua ordenação. É um abuso, portanto, deixar que algumas partes da referida oração sejam ditas pelo diácono ou por um ministro inferior ou pelos simples fiéis. No entanto, a assembleia não fica passiva e inerte: une-se ao sacerdote na fé e no silêncio e manifesta a sua adesão com as várias intervenções previstas no desenrolar da

Oração Eucarística: as respostas ao diálogo do prefácio, o Sanctus, a aclamação depois da consagração e o Amém final, depois do “Por Cristo”, que também é reservado ao sacerdote. Este Amém final, em particular, deveria ser valorizado com o canto, porque é o Amém mais importante de toda a Missa.

Modificar as Orações Eucarísticas aprovadas pela Igreja ou adotar outras diversas, de composição privada, é abuso gravíssimo.

A comunhão Eucarística é um dom do Senhor, que é dado aos fiéis por intermédio do ministro deputado para isso. Não se admite que os fiéis, por intermédio do ministro deputado para isso. Não se admite que os fiéis tomem eles próprios o Pão Consagrado e o Cálice Sagrado, e muito menos se admite que os fiéis os passem uns aos outros.

O fiel religioso ou leigo, que está devidamente autorizado como ministro extraordinário da Eucaristia, poderá distribuir a Comunhão somente quando faltarem o sacerdote, ou diácono ou o acólito, ou quando o sacerdote estiver impedido por motivo de enfermidade ou por causa da idade avançada, ou quando o número de fiéis que se aproximam da Comunhão for tão grande que faça demorar excessivamente a celebração da Santa Missa.

Recomenda-se aos fiéis que não se descuidem, depois da Comunhão, de uma justa e indispensável ação de graças, quer na própria celebração – com alguns momentos de silêncio e um hino, ou um salmo, ou ainda um outro cântico de louvor – quer terminada a Celebração Eucarística, permanecendo possivelmente em oração durante um conveniente espaço de tempo.

(Artigo extraído do livro "Os sete sacramentos", Prof. Felipe Aquino)

Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Mês da Bíblia será celebrado com estudo do Livro de Jonas

Desde o Concílio Vaticano II, convocado em dezembro de 1961, pelo Papa João XXIII, a Bíblia ocupou espaço privilegiado na família, nos círculos bíblicos, na catequese, nos grupos de reflexão, nas comunidades eclesiais. O mês de setembro se tornou o mês referência para o estudo, a vivência e o testemunho da Palavra de Deus. Tornando-se o Mês da Bíblia.

Este ano, 2010, será o 39º ano que a Igreja celebra o Mês da Bíblia. A celebração surgiu em 1971, por ocasião do cinquentenário da Arquidiocese de Belo Horizonte (MG), e logo em seguida, a proposta foi lançada e aceita por toda a Igreja no Brasil.

A Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), juntamente com o Grupo de Reflexão Bíblica Nacional (GREBIN), dando continuidade à 12ª Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos (2008), propôs para o Mês da Bíblia deste ano o estudo do livro de Jonas, com destaque para a evangelização e a missão na cidade.

“Ele [livro de Jonas] tem como objetivo principal ajudar o povo a cumprir o anseio do último Sínodo (2008) que destacou o mandato missionário de todo cristão como consequência do Batismo. Acrescenta-se a isso o fato do documento de Aparecida também destacar o valor do mandato missionário. Outras motivações contribuíram para a escolha do livro de Jonas: a Campanha da Fraternidade Ecumênica e o Ano Paulino, que refletiram sobre a evangelização do mundo urbano. Através do livro de Jonas, Deus faz o mesmo apelo aos cristãos de hoje: ‘Levanta-te e vai à grande cidade’ (Jn 1,2) para denunciar as injustiças e proclamar a sua misericórdia”, destacou o bispo da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética, Dom Jacinto Bergmann.

Para a assessora da Comissão Bíblico-catequética, Maria Cecília Rover, responsável pela parte bíblica da Comissão, o Documento de Aparecida trata o caminho de formação dos discípulos missionários, principalmente apontando para o texto escolhido para o Mês da Bíblia 2010. “O Documento de Aparecida nos alerta para as muitas formas de nos aproximarmos da Sagrada Escritura, e destaco a Leitura Orante como a maneira privilegiada. No Livro de Jonas, ele nos ensina a não temermos os grandes desafios, levando o Evangelho a todas as direções que seguirmos. Este é o grande auxílio que vejo com o Mês da Bíblia, ele mobiliza a sociedade em torno de um tema específico, fortalecendo a comunhão social e despertando o ardor missionário de cada cristão”.

Este ano, a novidade fica por conta do livreto, em forma de leitura orante, confeccionado pelo GREBIN, e nele consta quatro leituras sobre o livro de Jonas. Além do livro, há o cartaz e o texto-base. Os materiais podem ser adquiridos pelas Edições CNBB, no endereço www.edicoescnbb.com.br e o texto-base está disponível gratuitamente na página da Comissão.

Fonte: C.N.B.B.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Revista “Veja” destaca crescimento de Vitória da Conquista

Numa reportagem especial com 47 páginas, Veja faz um retrato atual evidenciando a força das cidades médias. O município de Vitória da Conquista – BA é destacado como tendo 2500 lojas e atendendo 75 municípios baianos e 9 mineiros. Conquista apresentou uma taxa de crescimento econômico de 8,6%, mais que o dobro da média nacional.

“Estes novos centros comerciais em crescimento movimentam a economia do país e também as regiões em que estão inseridas. Abrindo novas fronteiras para o interior do Brasil se desenvolver cada vez mais, sem medo do progresso”, diz o especialista em administração Gustavo Periard, editor do blog sobre administração, em seu comentário as “Metrópoles do Futuro”, editado dia 28 deste.

Com informações do Núcleo de Notícias

Clero da diocese de São Mateus debate a questão da Pastoral Urbana


Dom Zanoni Demettino Castro e o clero de sua diocese, São Mateus (ES), estudaram a temática da pastoral Urbana, nos dias 23 a 26. O assessor do encontro foi o padre Joel Portella Amado, Coordenador de Pastoral da arquidiocese do Rio de Janeiro (RJ).

Partindo de perguntas que os participantes fizeram, padre Joel foi desenvolvendo os temas: Pré-urbano e Urbano; O caminho da reflexão: Como atuar nas questões urbanas?

Fundamentado nos documentos de Medelin, Puebla, Santo Domingo, Ecclesia em America, Aparecida e Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, os agentes concluíram que estão na formação pré-urbana, mas os documentos da Igreja na América Latina e Caribe impulsionam a atuar cada vez mais na dimensão urbana, e que a cultura deve ser evangelizada e reconhecer valores maravilhosos no mundo da cidade.

“A mobilidade é própria da cidade e exige que os valores do Evangel

Fonte: CNBB