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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

De volta ao passado: Recordações


 Desfile de 7 de Setembro

 Praça Barão do Rio Branco

 Cine Riviera

 Miss Conquista 1968 - ao fundo transmissão de Jota Menezes

 Show de Raul Seixas no Lomanto Júnior

Terminal da Lauro de Freitas

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

De volta ao passado: Lindoya o primeiro centro comercial de Conquista

No início dos anos 50, no trecho baixo da “Rua Grande”, no centro da atual “Praça Barão do Rio Branco”, foi construído por Vespsiano Dias e adquirido por Nelson Gusmão Cunha o edifício “Lindoya”, constituído de espaço de lazer, salas comerciais e de serviços médicos e odontológicos, posto de gasolina e mais tarde agência de passagens de transporte rodoviário. Foi destruído pelo ex-prefeito Pedral Sampaio na sua segunda administração em meados dos anos 80.

No primeiro piso funcionou o ponto de vendas de passagens da Etmisa, uma empresa de ônibus intermunicipal. Funcionou ainda o “Bar Pinguim” (primeiro de Valdemir Pinto, conhecido como “Mimi”; depois, de Otaviano Gonçalves), onde os frequentadores podiam saborear o famoso “coquinho” (coco com cachaça). Na entrada princpal funcionava a Sorveteria de Manoelito Sales, depois o bar de Edson Fernandes Amaral e, por fim, a lanchonete de Hercílio Ferraz Flores. Ao lado, funcionou a “Loteba” (Loteria da Bahia), que, em Conquista, estava sob a responsabilidade da irmã do jogador de futebol Naldo.


No segundo piso funcionou os consultórios dos dentistas Parmênio Ferreira, Lauro Araripe e Lia Rocha e do protético Miro (que morava na Rua Rotary Club, próximo à casa de Jaimilton Gusmão). Depois, Franklin Ferraz Neto, antes de se tornar juiz do Trabalho, montou escritório de advocacia neste andar. Lá também funcionou o jornal “Fifó”, redigido pelo advogado Ruy Medeiros.

No fundo, existia um posto de gasolina, com uma cobertura em formato da letra Y, a princípio era de propriedade de Nelson Gusmão, depois passou para Edmundo Ladeia, “Zé Variado” e, por fim, para “Bira Bigode”. Algum tempo depois o Lindoya ficou conhecido como “Poleiro” (porque na antiga confeitaria funcionava um espaço gourmet que servia “galetos” assados), pertencente a Gilberto Gusmão.



Fonte: Taberna da História

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

De volta ao passado: Igrejas

Catedral católica, teve construção inciada em 1932, foi inaugurada em 1938 e concluída em 1944.
A atual Catedral Nossa Senhora da Vitória, cuja pedra fundamental foi lançada em 15 de agosto de 1932, com cerimônia religiosa oficiada pelo Cônego Exupério Gomes.

Frei Egídio de Elcito veio de Salvador como vigário da paróquia, trazendo o construtor português João Miguel Lourenço, que prosseguiu no trabalho da construção da Igreja, sendo por ele mesmo terminada. Frei Egídio faleceu em Salvador no dia 17 de agosto de 1963. Frei Isidoro de Loretto o substituiu como Vigário da Paróquia, tendo o Frei Apolônio como coadjutor.

Em 16 de maio de 1938 é colocada a cruz de cimento no alto da torre da Igreja e no dia 31 do mesmo mês é inaugurada a nova Matriz. A primeira missa foi celebrada pelo Padre Nestor Passos da Silva, Vigário da Freguesia que foi substituído pelo Frei Egídio. De junho a dezembro de 1940, foi vigário o padre Florêncio Sizínio Vieira, mais tarde Bispo de Amargosa e Conquista, sendo também vigário Frei Benjamim de Vila Grande e Frei Apolônio.

Tal como o templo anterior, a construção do novo prédio foi demorada. Somente em 1944, acompanhada de Casa Paroquial, considerou-se terminado o trabalho de edificação. O jornal “A Conquista”, dirigido pelo Padre Palmeira, em edição de 6 de agosto de 1944, publicou a seguinte manchete: “A Nova Igreja Matriz”.

  
 Padre Palmeira (ao centro) com os fiéis, na inauguração da "Nova" Catedral (1944)

Adquirido o terreno, em janeiro de l957, teve início, em 2l de março, a construção do Convento de Nossa Senhora de Fátima, futuro Seminário Seráfico da Província da Bahia, inaugurado em 1964. Os Capuchinhos trabalhavam na Paróquia de Nossa Senhora da Vitória e, ao mesmo tempo, cuidavam, também, da futura Casa Religiosa que estava sendo construída no Bairro Departamento (tem este nome por causa do antigo DNER – Departamento Nacional de Estradas e Rodagens – situado na esquina das avenidas Integração e Brumado). Juntamente com a construção do Seminário, os Capuchinhos abriram a primeira escola no bairro, ao lado da Igreja, aproveitando o galpão que servira de depósito para o material de construção, e que passou a abrigar 150 alunos do ensino primário. Surgia, assim, a Escola Centro de Assistência Social Nossa Senhora das Vitórias, nascente do Colégio Paulo VI. O nome da Escola foi colocado, obviamente, em homenagem à excelsa padroeira.

Fonte: Taberna da História do Sertão Baiano

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

De volta ao passado: Esporte de Conquista



Construção do Estádio Lomanto Júnior

Flamengo do Rio de Janeiro no Lomantão

Torcida do Flamengo em Vitória da Conquista recebe o time
Torcida do Flamengo em Vitória da Conquista recebe o time
Grande Jornalista Hélio Gusmão e jogador do Vasco da Gama

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

De volta ao passado: Construção da Igreja Batista (setembro de 1958 a fevereiro de 1966)


Primeira Igreja Batista, fundada pelo Cel. Justino Gusmão, que foi eleito intendente de Conquista em 11.11.1923, teve esta atual sede construida na década de 1950, com doações dos religiosos batista dos Estados Unidos, USA.






sábado, 20 de novembro de 2010

História dos Cinemas de Vitória da Conquista

Cine Madrigal: último cinema de rua de Vitória da Conquista

Nivaldo Araújo, natural de Itaquara (BA), foi proprietário de cinco salas de cinema em Vitória da Conquista; instalou seu 1º cinema, o “Cine Ritz”, onde antes funcionava o “Cine Vitória”, no prédio da antiga “Rádio Clube de Conquista”, pois o “Vitória” já estava desativado. Logo depois Nivaldo o vendeu para “Juvenal Calumbi” (uma empresa de cinema de Salvador). Isso ocorreu assim que Nivaldo adquiriu o “Cine Glória” de Frederico Maron (Itabuna-Ba), que havia construído o 1º Glória. Nivaldo reformou o prédio, mudando-lhe a fachada. O “Glória” tinha capacidade para 600 pessoas. Esse 2º Glória só foi desativado em 1992, quando o Grupo Cinematográfica Nivaldo O. Araújo Ltda., empresa de Nivaldo que controlava todos os cinemas de Conquista nos anos 70, 80 e 90, vendeu o prédio para a Igreja “Universal do Reino de Deus”.
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O 2º Glória, com sua “nova” fachada (década de 1970), hoje
é a “Igreja Universal do Reino de Deus” da Francisco Santos.

Em julho de 1971 Nivaldo Araújo já havia adquirido os outros três cinemas da cidade: o Eldorado, o Riviera e o Madrigal. O “Eldorado” pertencia ao grupo de Petrônio Sales, que explorava o prédio de propriedade de José Isidoro da Silva Primo (dono do posto de gasolina que funcionava na frente ao cinema). O Eldorado tinha capacidade para 300 pessoas. Mais tarde, Nivaldo devolve o prédio a Isidoro, extingue o Eldorado e constrói um prédio na Avenida Itabuna (bairro Brasil) e instala ali o “Trianon”, por volta de 1974, com capacidade para 500 pessoas. Mais tarde Nivaldo vende o prédio do Trianon para a Igreja Universal.
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Cine Riviera: uma das fachadas de cinema mais clássica
do Brasil foi derrubada pelo “Econômico” para dar lugar ao
prédio da atual loja ”Insinuante” na Barão do Rio Branco
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O “Riviera” pertencia ao grupo de Petrônio Sales, Joaquim Teixeira e Cláudio Cordeiro, que havia adquirido o “Cine Conquista” de João Picopel e mudado o nome para “Riviera”. Tinha capacidade para 550 pessoas. Picopel e Inocêncio, por sua vez, tinha comprado o cinema de Jeremias Gusmão. Depois, Nivaldo Araújo vendeu o prédio ao Banco Econômico, para ser derrubado e construído no local a nova agência, inaugurada em 1984. Por fim, o “Madrigal”, que foi adquirido de Gentil Alves (Jânio Quadros-Ba). Gentil construiu o prédio da “Galeria Madrigal”. “O cinema foi inaugurado no dia 22 de maio de 1968, com a exibição da fita A Noite dos Generais“, lembra Edilno Ferreira Macedo, gerente do Madrigal na época e que foi colega de banco de Nivaldo e Enésio (os três trabalharam no Econômico e os três tinham vinculações com cinema). “No dia da inauguração tinha capacidade para 1.022 lugares”, complementa Edilno, que lutou até o fim para que o Madrigal não fosse fechado em Conquista, mesmo depois que a “Art Filmes” o adquiriu em 1996, fechou em 2001 e reabriu em setembro de 2002. Ícone da antiga geração de amantes da 7ª arte de Conquista, o Madrigal, infelizmente, teve seu fechamento definitivo no dia 30 de julho de 2007. 

Por Luís Fernandes


sexta-feira, 12 de setembro de 2008

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Uma volta no passado: Desfile de 7 de Setembro

Desfile de 7 de setembro descendo pela Maximiliano Fernandes e chegando na Pça. Barão do Rio Branco

Desfile de 7 de Setembro na Pça. Barão do Rio Branco, ao fundo a construção do Cine Lux


Desfile do exército no 7 de Setembro


Desfile de 7 de Setembro pelas ruas do centro

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Uma volta ao passado de Vitória da Conquista

As fotos da Inauguração da Confeitaria Araci, o point de Vitória da Conquista dos anos 50 e 60, que fez história. Lourival Cairo, proprietário da Confeitaria, Presidente do Humaitá, e torcedor do Vasco da Gama, fazia festa no seu estabelecimento, onde reuniam todas as classes sociais em plena harmonia, para deliciarem sorvetes, esquimós, picolés, dust miller, salada de frutas, doces, bolos, salgados, sucos, bebidas. E ainda, o sinuca, gamão com muita alegria, das 8 hs. às 23 hs. Quando o Flamengo ganhava do Vasco da Gama, seu irmão João Cairo, do Bazar Cairo, também fazia a festa na Araci, com a presença dos irmãos Gildásio, Miro, José, Osmário e Eurípedes Cairo, proprietário do Armarinho Araci, hoje a Spaço Xis.

Fotos do acervo de André Cairo

Fachada da Confeitaria Araci, hoje O Conquistão.

Inauguração - Proprietário Lourival Cairo dos Santos, Stelita Barros Cairo, Orlando Leite, Nelson Gusmão...

Stelita Barros Cairo, Lourival Cairo, Frei Gregório, Orlando Leite, Nelson Gusmão, Padre Palmeira

Instalações moderníssimas na época

Inauguração

Ao fundo equipe de atendimento

Salão de snooker

Confeitaria

Cafeteria