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quarta-feira, 20 de março de 2013

Memorial Irmã Dulce participa de Festival em Salvador

De 22 de março a 1º de abril, diversos espaços do Centro Histórico de Salvador e a Concha Acústica do Teatro Castro Alves abrem os braços para receber o Festival Artes do Sagrado. O evento vai reunir concertos sinfônicos, recitais de canto lírico, exposições de arte sacra, feira de antiguidades e artigos religiosos. Além disso, uma rota gastronômica e cinematográfica e a encenação d’A Paixão de Cristo também farão parte do evento.

O Festival funciona também como núcleo de articulação e divulgação para outras iniciativas de realização simultânea. Este ano, o Memorial Irmã Dulce (MID) entra na rota de museus do projeto.

A estátua da Bem-aventurada será realçada por iluminação de cor roxa. Da “janela de Irmã Dulce”, penderão até o chão duas faixas de tecido roxo, ladeando o retrato iluminado que fica à entrada do Memorial. E sob a janela, será afixado um painel com frase de Irmã Dulce alusiva à Paixão.

“Essa foi a maneira que encontramos de inserir o Memorial no espírito da Semana do Sagrado e de integrarmos a visitação ao MID ao calendário do festival, estabelecendo mais um momento privilegiado para a divulgação do nosso acervo e da história da Bem-aventurada”, comenta o assessor de Memória e Cultura, Osvaldo Gouveia.

Fonte: ASCOM/OSID

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Igreja celebra Dia de Irmã Dulce, anjo bom do Brasil

Nesta segunda-feira, 13, a Igreja celebra a festa litúrgica em memória de Irmã Dulce, que foi beatificada em 22 de maio de 2011. Em Salvador, os fiéis se reúnem em uma Missa logo mais, às 10h, que será presidida pelo arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger. Já às 14h acontece a Ciranda da Fé, que será animado pelo padre Lázaro Muniz, e às 17h a Missa dos devotos.

As comemorações em homenagem à Bem Aventurada Dulce dos Pobres começaram no início do mês, com uma novena que se seguiu até este domingo, 12, sempre às 19h30, no Santuário Nossa Senhora da Imaculada Conceição da Mãe de Deus. Nesses 13 dias, a Capelania das Obras Sociais Irmã Dulce (OSID) oferece visitas às relíquias do memorial e Celebrações Eucarísticas.

A festa deste ano traz como tema “A exemplo da Bem-aventurada Dulce dos Pobres queremos reavivar a nossa fé em Cristo”. Para o responsável pela Igreja da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, padre Alberto Montealegre, a festa deste ano servirá para sedimentar ainda mais a devoção à Irmã Dulce no coração dos católicos, além de tornar o seu exemplo de fé e amor mais conhecido pelos fieis.

Anjo Bom do Brasil

Dona de um olhar meigo, passos suaves e um corpo frágil, Irmã Dulce conquistou o amor do povo baiano. Foi pequena na estatura, mas era capaz de ser tornar gigante para amparar aqueles que mais necessitavam. Os que a procuravam, crianças e idosos abandonados, doentes, pessoas sem esperança, sempre encontravam nela uma palavra amiga e um gesto concreto de amor.

Milhares são os testemunhos dos que tiveram a oportunidade de estar com ela. Além do testemunho, a obra deixada pelo Anjo Bom fala por si só. O Hospital Santo Antônio, no Largo de Roma, construído num espaço que abrigava galinhas, atende diariamente mais de cinco mil pessoas. Esta é uma prova concreta de que é possível cumprir o mandamento do amor ao próximo nos dias de hoje.

“Irmã Dulce representa para comunidade um símbolo de fé e esperança. Já que, apesar das suas limitações, conseguiu superar as dificuldades e fazer o que fez, tudo por meio da fé. Gostaria de dizer aos fiéis da Bem-aventurada Dulce dos pobres que sigam o seu exemplo de fé, esperança e caridade, já que o anjo bom do Brasil com a sua vida nos ensina que através da fé podemos fazer tudo e vencer tudo”, diz padre Alberto.

Com informações da Arquidiocese de Salvador

domingo, 22 de maio de 2011

Irmã Dulce é beatificada em Salvador

Irmã Dulce foi beatificada na tarde deste domingo (22),
em Salvador (Foto: Edgar de Souza/G1)


Irmã Dulce foi beatificada por volta das 18h deste domingo, no Parque de Exposição de Salvador. Esta etapa é a última antes da canonização da religiosa, conhecida como 'Mãe dos pobres' e 'Anjo Bom da Bahia'. A partir desta data, ela será chamada 'Bem-aventura Dulce dos pobres'.

Terminado o relato de sua trajetória, foi lido o decreto apostólico do Papa Bento XVI inscrevendo Irmã Dulce na lista dos santos e beatos da Igreja Católica, propondo-a como exemplo cristão para todos os fiéis. Neste momento, foi anunciada também a data de celebração da sua festa litúrgica: 13 de agosto.

No primeiro ato da cerimônia, Dom Lorenzo Baldisseri, representante do Papa no Brasil, cumprimentou as autoridades presentes, entre elas o prefeito de Salvador, João Henrique e o senador José Sarney. A missa de abertura foi presidida pelo cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo, que representou o papa Bento XVI e que foi ex-arcebispo de Salvador.


Dom Geraldo Majella leu carta apostólica para
beatificar Irmã Dulce (Foto: Erik Salles/Agência
A Tarde/AE)

Para ser considerada beata, o Vaticano fez o reconhecimento jurídico de uma farta documentação sobre a veracidade do milagre atribuído a Irmã Dulce, em junho de 2003. Em abril de 2009, a religiosa foi considerada venerável pela biografia. Isso, segundo a Igreja Católica, implica dizer que Irmã Dulce teve uma vida de santidade.


Abertura do processo de beatificação começou em 17 de janeiro de 2000. No ano seguinte foi anunciado o milagre e, em 2002, o processo foi levado para análise do Vaticano.

A presidente da República, Dilma Rousseff, acompanhou a programação, ao lado de Jaques Wagner, governador da Bahia, e da primeira-dama do estado, Fátima Mendonça.

Outras autoridades, como o prefeito de Salvador, João Henrique, o senador José Sarney, o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, o ministro das Cidades, Mário Negromonte, e o ex-governador de São Paulo, José Serra, estiveram presentes ao evento em Salvador.

Papa Bento XVI

O Papa Bento XVI afirmou, em pronunciamento realizado no Vaticano, neste domingo, que estava junto aos brasileiros na alegria pela beatificação de Irmã Dulce.

Ao saudar os peregrinos de língua portuguesa, desejo também associar-me à alegria dos pastores e fiéis congregados em Salvador, na Bahia, para a beatificação da Irmã Dulce Lopes Pontes, que deixou atrás de si um prodigioso rastro de caridade, a serviço dos últimos, levando o Brasil inteiro a venerar os desamparados", disse, em português.

Fiéis em Salvador

Os portões do Parque de Exposições de Salvador foram abertos aos fiéis por volta das 1h deste domingo. O trânsito na Avenida Paralela, principal via de acesso ao espaço, ficou congestionado no início da tarde. O fluxo de ônibus trazendo fiéis foi intenso no portão do local.

Por volta das 14h, crianças apresentaram o espetáculo "Nasce uma Flor", com dança, música e teatro, retratando alguns momentos da trajetória de vida de Irmã Dulce.

Fonte: G1

Irmã Dulce é exemplo de conquista, diz Dom Murilo Krieger

Dom Murilo Krieger, cardeal e acerbispo de Salvador, que dará início ao rito de beatificação de Irmã Dulce, marcado para começar às 17h deste domingo (22), chegou cedo ao Parque de Exposições para acompanhar a programação religiosa que precede a cerimônia principal.

Dom Murilo comenta que os discípulos de Jesus têm como meta a imortalidade e que Irmã Dulce é um exemplo de conquista. “Ela colocou isto em prática. Ela tinha aparência frágil, limitada, com pouca saúde e, mesmo assim, conseguiu. Um dia como este é um estímulo para também sermos santos, buscando o caminho de Deus”, ensina.

O rito que consagrará Irmã Dulce como Bem-aventurada começará com um pedido do arcebispo de Salvador solicitando ao Santo Padre que inscreva, na lista dos santos e beatos da Igreja, o nome da religiosa baiana.

O bispo auxiliar de Salvador, Dom Gregório Paixão, complementa dizendo que uma das grandiosidades de Irmã Dulce foi a perseverança. “Ela mostrou que a superação humana leva ao conhecimento divino. Que em vez de nos preocuparmos com os pseudos-problemas, nós podemos criar o belo”, conta ele, que iniciou a vocação religiosa na mesma congregação que Irmã Dulce se tornou noviça, em Sergipe.

Para Dom Gílio Filício, bispo da Diocese de Bajé, Irmã Dulce tocou no coração do Evangelho. “Ela é a nova fantasia da caridade, que é partilhar sua vida toda pelo povo, nas pessoas necessitadas. Irmã Dulce reconheceu nas pessoas pobres o Jesus e este dia significa que ela está no coração de Deus”, afirma.

Representante papal

O cardeal Dom Geraldo Majella, atual arcebispo emérito de Salvador, foi uma das autoridades da Igreja Católica que acompanhou de perto o curso de onze anos até o Vaticano autorizar a beatificação de Irmã Dulce. Neste domingo, ele pedirá, em nome do Papa, que a biografia da Irmã seja beatificada. “Quando cheguei aqui, há 12 anos, senti de perto toda a obra que Irmã Dulce tinha deixado, ela que o povo batizou de Anjo Bom da Bahia. Estou aqui e, se Deus quiser, participarei de todo processo de canonização”, diz.

Ao lado dele, Dom Lorenzo Baldisseri, representante do Papa no Brasil, diz estar vivenciando um momento extraordinário. “Irmã Dulce foi uma santa e um modelo de vida, na dimensão espiritual e na dimensão humana, para todos os irmãos. Esta mulher testemunhou o amor de Deus com suas obras. Teve apoio das pessoas porque forneceu uma formidável promoção humana. A Igreja Católica quer mostrar ao mundo que existem pessoas excepcionais”, relata o núncio apostólico do Brasil.

Dom Lorenzo lembrou a fala do Papa Bento XVI na praça de São Pedro, no Vaticano, na manhã deste domingo. “O Santo Padre evidenciou este evento para todo o mundo”, completa.

Por Tatiana Dourado
Fonte: G1

sexta-feira, 6 de maio de 2011

"Irmã Dulce via Deus no pobre", revela Dom Geraldo

A beatificação do 'Anjo bom da Bahia' acontece no dia 22 de maio, no Parque de Exposições de Salvador, a partir das 14h. O cardeal Dom Geraldo Majella, que será o representante do Papa Bento XVI e do prefeito da Congregação para a Causa dos Santos na cerimônia, acredita que a religiosa foi predestinada por Deus para uma “missão extraordinária”.

“Irmã Dulce foi uma pessoa que já foi predestinada por Deus para uma missão, e uma missão extraordinária. Ela desde cedo teve aquele cuidado com os doentes e, sobretudo, com as pessoas muito pobres. Ela via Deus no pobre”, revelou o prelado.

A religiosa, cujo nome verdadeiro é Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes, começou a praticar caridade aos 13 anos, ajudando mendigos que moravam nas ruas da capital baiana. Aos 18, entrou para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição. Após a beatificação, será chamada de 'Bem-aventurada Dulce dos pobres'.

“As pessoas que foram tratadas por ela eram personalizadas, não eram apenas números. O exemplo dela motiva a santidade. Prova disso foi que, depois da sua morte, mais do que duplicou as suas obras sociais. Irmã Dulce lançou os alicerces para uma obra que tinha que crescer, e cresceu pelo amor”, enfatizou o cardeal.

A caminho da santidade

As gestões oficiais para a instalação do processo de beatificação e canonização de Irmã Dulce foram iniciadas em 1999, com a concessão do 'Nihil Obstat', documento que a Santa Sé disponibiliza decretando não existir impedimento para a introdução da causa.

Em 2000, foi realizada a abertura do Processo Canônico sobre a sua vida, virtudes e fama de santidade. A graça obtida pela intercessão de Irmã Dulce, em 2003, foi examinada primeiramente no Brasil e reconhecida pelos peritos médicos como um caso que não pôde ser explicado pelos meios da ciência. Os peritos e os cardeais da Congregação para as Causas dos Santos foram unânimes no reconhecimento deste milagre, constando que se tratava de um caso extraordinário de cura.

Em abril de 2009, foram reconhecidas suas virtudes heróicas e ela foi declarada Venerável pelo Vaticano. Em junho de 2010, seu corpo foi exumado e transferido junto às suas relíquias, últimos atos antes da beatificação – que acontece no próximo dia 22, em Salvador (BA).

Segundo Dom Geraldo, já existem vários outros fatos considerados milagrosos sendo analisados e é provável que já haja um milagre para a canonização. “Vários casos já apareceram e posso dizer que provavelmente já tenha um que possa ser apresentado para a canonização”, concluiu.

Por Ariane Fonseca
Fonte: Canção Nova

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Bento XVI promulga beatificação de Irmã Dulce

Com o reconhecimento do milagre atribuído à intercessão da Venerável Serva de Deus Dulce, o Papa Bento XVI promulgou o decreto para a beatificação da freira baiana, nesta sexta-feira, 10.

Este foi o último estágio do processo de beatificação iniciado em 2000. A autorização foi dada pelo Pontífice ao prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, em audiência privada no Vaticano.

“É uma alegria saber que com tranquilidade a Igreja reconheceu o seu milagre, presença do amor de Deus, e assim pode seguir para o processo de canonização. Reconhecimento oficial da santidade de Irmã Dulce”, destacou o presidente da Cáritas Brasil e Bispo de Jales (SP), Dom Luiz Demétrio Valentini.

Bem-aventurada Dulce dos Pobres: assim já pode ser chamada a freira baiana que dedicou a sua vida para servir os mais necessitados e marginalizados.

Para a superintendente das Obras Sociais Irmã Dulce e vice-postuladora da causa, Maria Rita Pontes, a beatificação “vai fortalecer ainda mais o carisma de Irmã Dulce e a espiritualidade e missão da Osid [Obras Sociais Irmã Dulce]”.

Reconhecimento de um verdadeiro milagre

Em abril de 2009, foram reconhecidas suas virtudes heróicas e ela foi declarada Venerável pelo Vaticano. Em junho de 2010, seu corpo foi exumado e transferido junto às suas relíquias, últimos atos antes da beatificação.

A graça obtida pela intercessão de Irmã Dulce, em 2003, foi examinada primeiramente no Brasil e reconhecida pelos peritos médicos como um caso que não pôde ser explicado pelos meios da ciência.

Os peritos e os cardeais da Congregação para as Causas dos Santos foram unânimes no reconhecimento deste milagre, constando que se tratava de um caso extraordinário de cura, esclarece o Arcebispo de Salvador, Dom Geraldo Majella.

Segundo a arquidiocese, a cerimônia de beatificação deverá acontecer no primeiro semestre de 2011.

Dom Geraldo esclarece que foram notificadas muitas graças obtidas pela interseção da religiosa e esses testemunhos continuam sendo examinados para o encaminhamento do processo de canonização.

Deus é caridade

Os caminhos de Deus são os caminhos da caridade. Acreditando nisso, Dom Demétrio salienta que o exemplo de vida de Irmã Dulce, deve ser reconhecido e amplamente difundido, uma resposta aos anseios de uma sociedade corrompida pelo individualismo.

"Ela nos interpela e nos faz redescobrir a beleza do esquecimento de si próprio, da busca da própria glória para buscar o bem dos irmãos, a prática da caridade e ver no próximo a presença de Cristo”, enfatiza o presidente da Cáritas Brasil.

Uma "presença discreta" que com o tempo foi vista pelo povo baiano como "presença amorosa de Cristo", seguindo o mandamento precioso da caridade, devoção e entrega total. Por isso, Dom Demétrio acredita que desde já a Venerável Serva de Deus Dulce pode ser invocada como mais uma padroeira da Cáritas brasileira para que o exemplo dela possa fecundar em outras atitudes de caridade.

Por Nicole Melhado
Fonte: Canção Nova

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Congregação do Vaticano reconhece beatificação de Irmã Dulce

A Congregação das Causas dos Santos do Vaticano reconheceu a beatificação de Irmã Dulce (1914-1992) ao validar um milagre. O anúncio da beatificação foi feito pelo arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, d. Geraldo Majella Agnelo, nesta quarta-feira.

Segundo Agnelo, a processo precisa ser assinado pelo papa Bento 16. A cerimônia de beatificação deve ter marcada até o final do ano.

A congregação reconheceu como milagre de Irmã Dulce a recuperação de uma mulher sergipana que teria sido desenganada pelos médicos durante o parto, depois de sofrer uma forte hemorragia.

Em seguida, com a comprovação de outro milagre, a religiosa poderá ser santificada. O processo de irmã Dulce começou a tramitar no Vaticano em 2000.

Conhecida como "o anjo bom da Bahia", Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, a Irmã Dulce, era devota de santo Antônio e começou a praticar caridade aos 13 anos, ajudando os mendigos que moravam nas ruas de Salvador. Cinco anos mais tarde, ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição.

Durante a visita do papa ao Brasil em 2007, o então governador de São Paulo, José Serra (PSDB), enviou carta pedindo a beatificação de irmã Dulce.

Em junho deste ano, o corpo de Irmã Dulce foi exposto ao público pela última vez antes de ser transferido para um túmulo lacrado na capela das Relíquias, em Salvador (BA).

Exumado em maio, o corpo da religiosa estava mumificado e seu hábito (traje de freira), preservado.

MÁRTIR

No final de 2007, o Vaticano beatificou outra religiosa que morou muitos anos em Salvador --irmã Lindalva Justo de Oliveira, morta com 44 facadas no dia 9 de abril de 1993.

O processo de beatificação da religiosa começou em 2000. Diferentemente do que acontece com a maioria processos que chegam ao Vaticano, os trâmites burocráticos foram mais rápidos porque ela morreu como "mártir religiosa". Nestes casos, segundo a Arquidiocese de Salvador, não é necessário a comprovação de milagres para a pessoa ser beatificada.

Fonte: Uol