sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Dom Pepeu lança quaresma e CF que trata de tráfico humano
A Arquidiocese de Vitória da Conquista realiza na próxima quarta-feira (05) a abertura da Quaresma e o Lançamento da Campanha da Fraternidade de 2014, que começa com Celebração Eucarística, às 7h30 da manhã, na Catedral Metropolitana, presidida pelo Arcebispo Metropolitano Dom Luís Gonzaga Silva Pepeu.
O Arcebispo também concederá coletiva à imprensa às 09h, na Cúria Metropolitana, quando abrirá na arquidiocese de Vitória da Conquista a Campanha da Fraternidade, cujo tema é Fraternidade e Tráfico Humano, com o lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5,1).
O lançamento da Campanha da Fraternidade, propriamente dito, acontece com caminhada e Celebração Eucarística no dia 9, com concentração às 7h da manhã no Seminário dos Capuchinhos (Av.Brumado) e Caminhada para a Paróquia Rainha da Paz (Av.Frei Benjamim ), onde as 9h haverá a Celebração Eucarística presidida pelo Arcebispo Metropolitano e concelebrado pelo Clero.
Segundo o Diácono Luciano Lima Santana, Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, a temática da Campanha da Fraternidade é uma triste realidade no Brasil e no mundo e que há mais de dois anos que a CNBB vem estudando e refletindo sobre a realidade do trabalho escravo e do tráfico de pessoas. “O objetivo é convocar a sociedade para discutir essa problemática e ao mesmo tempo denunciar essa prática perversa, mobilizar a comunidade e a sociedade para o enfrentamento desse problema”, afirmou em conversa exclusiva com a reportagem da Mega Rádio.
Os subsídios da Campanha da Fraternidade 2014, como o manual, texto- base, via sacra, celebrações ecumênicas, folhetos quaresmais, CD e DVD, banner, entre outros, estão disponíveis nas Edições CNBB. No site da Conferência é possível baixar os spots para rádio e tv, cartaz da campanha, a oração e apresentações do texto-base.
Redação Mega
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Campanha da Fraternidade debate ações de interação entre juventude e sociedade
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realiza a Campanha da Fraternidade com diversos temas de interesse social. Este projeto busca favorecer espaços de discussões, reflexão e projetos, além de debater políticas públicas que possam auxiliar na transformação social.
O tema “Fraternidade e Juventude” tem por finalidade sensibilizar os jovens para serem agentes transformadores da sociedade, protagonistas da civilização do amor e do bem comum.
.
.
.
.
A CNBB tem como meta educar para vida e fraternidade, tendo em vista uma sociedade justa e igualitária”, disse. “A CF solidariza-se com os jovens neste processo tão importante e difícil, numa sábia escolha do tema”, ressaltou, destacando a iniciativa do prefeito Guilherme Menezes, em criar a Coordenação para Juventude.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Campanha da Fraternidade lançada em Conquista
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
CNBB realiza coletiva para lançamento da CF 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Campanha da Fraternidade será lançada no dia 13 de fevereiro
Após 21 anos da Campanha da Fraternidade de 1992, que abordou como tema central a juventude, a CF 2013, na sua 50ª edição, terá a mesma temática. A acolhida da temática “juventude” tem como objetivo ter mais um elemento além da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) para fortalecer o desejo de evangelização dos jovens.
O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Eduardo Pinheiro, explicou que uma das metas principais da CF de 2013 é olhar a realidade juvenil, compreender a riqueza de suas diversidades, potencialidades e propostas, como também os desafios que provocam atitudes e auxílios aos jovens e aos adultos.
O objetivo geral da CF é acolher os jovens no contexto de mudança de época, propiciando caminhos para seu protagonismo no seguimento de Jesus Cristo, na vivência eclesial e na construção de uma sociedade fraterna, fundamentada na cultura da vida, da justiça e da paz.
“Dentro do sentido da palavra 'acolher' está o valorizar, o respeitar o jovem que vive nesta situação de mudança de época e isso não pode ser esquecido”, destacou o presidente da Comissão da CNBB.
Na arquidiocese de Aparecida (SP), o lançamento da CF 2013 será no dia 31 de janeiro, em Guaratinguetá. A abertura será feita pelo cardeal arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB, dom Raymundo Damasceno Assis.
Em Natal
A programação de lançamento nacional será em Brasília, na sede da CNBB e também na cidade de Natal (RN), arquidiocese que deu início à Campanha, em 1962.
O arcebispo de Natal, dom Jaime Vieira da Rocha, falou da satisfação da arquidiocese em sediar o lançamento da CF 2013. “Será um momento de resgate da história da Campanha da Fraternidade, que começou aqui. Ficamos muito felizes pela compreensão da CNBB em nos conceder a alegria desse momento, na história da Campanha. Para nós, é muito significativo”, disse o arcebispo.
O secretário executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias, lembrou que a edição de 2013, além de ser um momento comemorativo, será também um momento de revisão da Campanha da Fraternidade. “A Campanha tem um forte poder de evangelização e, por isso, precisamos, cada vez mais, aprimorá-la”, ressaltou. Ele lembrou que a decisão de fazer o lançamento da em Natal foi do Conselho Episcopal Pastoral (Consep), da CNBB.
Para o lançamento, ficou definida uma visita ao município de Nísia Floresta (RN) – lugar onde a Campanha teve início, na manhã da quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013; ainda no dia 14, à tarde, haverá uma entrevista coletiva com a imprensa; no dia 15, será realizado um seminário sobre a temática da CF 2013 – “Fraternidade e Juventude”. Neste mesmo dia, às 17 horas, será realizada a solenidade oficial de lançamento, e, às 20 horas, na Catedral Metropolitana, será celebrada missa, seguida de um show.
Segundo o padre Luiz Carlos, antes, no dia 13, quarta-feira de cinzas, em Brasília, a presidência da CNBB receberá a imprensa, em entrevista coletiva.
cfA primeira Campanha foi realizada na arquidiocese de Natal em abril de 1962, por iniciativa do então administrador apostólico, dom Eugênio de Araújo Sales. O objetivo era fazer uma coleta em favor das obras sociais e apostólicas da arquidiocese. A comunidade rural de Timbó, no município de Nísia Floresta (RN), foi o lugar onde a campanha ocorreu, pela primeira vez.
O lançamento foi feito oficialmente numa entrevista do administrador apostólico da arquidiocese às Rádios Rural de Natal e Poty. Dizia, então, dom Eugênio: “Não vai lhe ser pedida uma esmola, mas uma coisa que lhe custe; não se aceitará uma contribuição como favor, mas se espera uma característica do cumprimento do dever; um dever elementar do cristão. Aqui está lançada a Campanha em favor da grande coleta do dia 8 de abril, primeiro domingo da Paixão”.
A experiência foi adotada, logo em 1963, por 19 dioceses do Regional Nordeste 2, nos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Alagoas. Em 1964, a CNBB assumiu a Campanha da Fraternidade.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Campanha da Fraternidade completa 50 anos em 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Lançamento Nacional da CF 2013 acontecerá em Natal
“Será um momento de resgate da história da Campanha da Fraternidade, que começou aqui. Ficamos muito felizes pela compreensão da CNBB em nos conceder a alegria desse momento, na história da Campanha. Para nós, é muito significativo”, destacou o Arcebispo de Natal, Dom Jaime Vieira da Rocha.
Para o lançamento, ficou definida uma visita ao município de Nísia Floresta (RN) – lugar onde a Campanha teve início, na manhã da quinta-feira, 14 de fevereiro; E no mesmo dia à tarde, haverá uma entrevista coletiva com a imprensa; No dia 15, será realizado um seminário sobre a temática da CF 2013 – “Fraternidade e Juventude”. E às 17h, acontecerá a solenidade oficial de lançamento, e, às 20h, na Catedral Metropolitana, será celebrada uma Missa, seguida de um show.
O secretário executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias, lembrou que a edição de 2013, além de ser um momento comemorativo, será também um momento de revisão da Campanha da Fraternidade.
“A Campanha tem um forte poder de evangelização e, por isso, precisamos, cada vez mais, aprimorá-la”, ressaltou. Ele lembrou que a decisão de fazer o lançamento da em Natal foi do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da CNBB.
Padre Luiz Carlos recorda que no dia 13, Quarta-feira de Cinzas, a presidência da CNBB realizará uma entrevista coletiva, em Brasília.
A primeira Campanha foi realizada na arquidiocese de Natal em abril de 1962, por iniciativa do então administrador apostólico, Dom Eugênio de Araújo Sales. O objetivo era fazer uma coleta em favor das obras sociais e apostólicas da arquidiocese. A comunidade rural de Timbó, no município de Nísia Floresta (RN), foi o lugar onde a campanha ocorreu, pela primeira vez.
O lançamento foi feito oficialmente numa entrevista do administrador apostólico da arquidiocese às Rádios Rural de Natal e Poty. Dizia, então, Dom Eugênio: “Não vai lhe ser pedida uma esmola, mas uma coisa que lhe custe; não se aceitará uma contribuição como favor, mas se espera uma característica do cumprimento do dever; um dever elementar do cristão. Aqui está lançada a Campanha em favor da grande coleta do dia 8 de abril, primeiro domingo da Paixão”.
A experiência foi adotada, logo em 1963, por 19 dioceses do Regional Nordeste 2, nos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Alagoas. Em 1964, a CNBB assumiu a Campanha da Fraternidade.
Foto: Dom Jaime Vieira da Rocha durante reunião sobre a Campanha da Fraternidade 2013
Fonte: C.N.B.B.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Tema da CF 2013 será debatido em São Paulo
Fonte: C.N.B.B.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Campanha da Fraternidade 2012 foi lançada neste domingo
Oração da Campanha da Fraternidade 2012:
Senhor Deus de amor,
Pai de bondade,
nós vos louvamos e agradecemos
pelo dom da vida,
pelo amor com que cuidais de toda a criação.
Vosso Filho Jesus Cristo,
em sua misericórdia, assumiu a cruz dos enfermos
e de todos os sofredores,
sobre eles derramou a esperança de vida em plenitude.
Enviai-nos, Senhor, o Vosso Espírito.
Guiai a vossa Igreja, para que ela, pela conversão
se faça sempre mais, solidária às dores e enfermidades do povo,
e que a saúde se difunda sobre a terra.
Amém.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Papa envia mensagem sobre Campanha da Fraternidade da CNBB
terça-feira, 5 de abril de 2011
Quaresma
A quaresma tem seu inicio na quarta-feira de cinzas e seu término ocorre na quinta-feira santa, até a celebração da Missa da Ceia do Senhor Jesus Cristo com os doze apóstolos... os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais.
Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo. Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa penitência. O roxo no tempo da quaresma não significa luto e sim simboliza que a igreja está se preparando espiritualmente para a grande festa da páscoa, a ressurreição de Jesus Cristo.
Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.
Quarenta Dias
O tempo da quaresma é de quarenta dias, porém em dias corridos somam quarenta e sete pois, de acordo com o cristianismo, o domingo, que já é dedicado como o dia do Senhor, durante a quaresma não é contado. Após esse período, se inicia o Tríduo Pascal, que termina no Domingo de Páscoa.Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer. Antes de iniciar sua vida pública, logo após ter sido batizado por João no rio Jordão, Jesus passou 40 dias no deserto. Esse retiro de Jesus mostra a necessidade que ele teve em se preparar para a missão que o esperava. Contam os Evangelhos que no deserto Jesus era conduzido pelo Espírito, o que quer significar que vivia em oração e recolhimento, discernindo a vontade de Deus para sua vida e como atuaria a partir de então. No tempo que passou no deserto Jesus teve uma profunda experiência de encontro com o Pai. E, tendo vivido intensamente esse encontro, foi tentado pelo diabo.As tentações que Jesus viveu – e venceu! – nos são apresentadas como aquelas que também nós vivemos e precisamos vencer. É por isso então, que os cristãos realizam uma penitência de quarenta dias, chamada quaresma.
Tempo de Oração
A Quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja Católica, a Igreja Anglicana e algumas protestantes marcam para preparar os fiéis para a grande festa da Páscoa. Durante este período, os seus fiéis são convidados a um período de penitência e meditação, por meio da prática do jejum, da esmola e da oração. Ao longo deste período, sobretudo na liturgia do domingo, é feito um esforço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que pretendem viver como filhos de Deus.
A Igreja Católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na Quarta-feira de Cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma consequência da penitência.
Fonte: Wikipédia
quarta-feira, 16 de março de 2011
Fraternidade e a Vida no Planeta: Campanha da Fraternidade é tema de sessão especial
A Câmara Municipal realizou, nesta quarta-feira (16), sessão especial para discutir a Campanha da Fraternidade 2011. A sessão foi uma iniciativa do mandato da vereadora Lúcia Rocha (DEM), com o apoio dos vereadores das bancadas de situação e oposição.Com o tema Fraternidade e a Vida no Planeta, a Campanha da Fraternidade 2011 chama a atenção para assuntos relacionados ao meio ambiente, aquecimento global e causas e consequências das mudanças climáticas. Trata-se de uma iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que mobiliza os católicos de todo país.
Fonte: ASCOM/CÂMARA DE VEREADORES | |||
sexta-feira, 11 de março de 2011
Campanha da Fraternidade 2011 será lançada neste domingo
O arcebispo metropolitano, Dom Luís Gonzaga Silva Pepeu, concedeu uma entrevista coletiva na tarde da quarta-feira (09) na Cúria Metropolitana, localizada na Praça Tancredo Neves, para tratar de assuntos ligados à Campanha da Fraternidade 2011, que neste ano tem como tema “Fraternidade e a Vida no Planeta”, e como lema “A Criação geme em dores de parto”. “O nosso objetivo é levar toda a comunidade a uma reflexão e estudo sobre o tema da campanha”, afirma Pepeu.Na ocasião, o arcebispo comentou sobre o lançamento da Campanha da Fraternidade em Vitória da Conquista. “Muitas dioceses fazem a abertura hoje, já outras, como é o caso da nossa, farão no próximo domingo (13), que é o primeiro domingo da quaresma. Todas as paróquias estarão reunidas na Praça Sá Barreto às 8h, para a concentração. Logo depois faremos uma caminhada indo até a Rua Henriqueta Prates para uma celebração eucarística. Ela será celebrada pelo Monsenhor Uílton Pereira”, diz Luís Gonzaga Pepeu.
Uílton Pereira também estava presente na coletiva e aproveitou a oportunidade para explicar os trabalhados que serão realizados em conjunto com a Campanha. “A campanha da fraternidade mexe com a nossa sociedade. Esse ano nós priorizamos o trabalho com as crianças, dando a elas os conhecimentos sobre a realidade do planeta e o cuidado que nós devemos ter com ele”, explica Uílton.O presidente da entidade Cáritas, Luciano Santana, também comentou sobre a implatação do projeto “Pedras Preciosas”. Seguno Luciano, o projeto foi pensand
o para ser feito durante a Campanha da Fraternidade do ano passado, que tinha como tema “Economia e Vida”. “Toda uma reflexão foi feita sobre o nosso modelo de desenvolvimento e percebemos que há uma perspectiva de destruição da vida do planeta. A Campanha desse ano enfatiza a defesa de vida. Nós pensamos, em parceria com a Pastoral Carcerária e Uesb, na implantação, uma ação direta junto às famílias que trabalham com a coleta de material reciclado. É uma atitude de preservação e fortalecimento da comunidade”, esclarece Luciano.Por Por Arthur Garcia
Fotos: Zé Silva
Fonte: vitoriadaconquista.com.br
segunda-feira, 7 de março de 2011
Campanha da Fraternidade 2011 reflete sobre vida no planeta
O tema da CF 2011 é "Fraternidade e a Vida no Planeta", com o lema "A criação geme em dores de parto" (Rm 8, 22). Desde 1964, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) propõe anualmente algum tema de relevância para auxiliar a caminhada dos católicos durante os quarenta dias que separam a Quarta-feira de Cinzas da Páscoa – denominado "Quaresma" no calendário litúrgico.
O secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa, recorda a originalidade da Campanha, que "pretende sempre suscitar debate e se tornou um dos principais instrumentos de conscientização que a Igreja dispõe em nível nacional. É um produto genuinamente brasileiro. Não existe nada similar em outros países. É a nossa maneira concreta de viver a Quaresma", explica.
"A Campanha quer cooperar para que todos os cristãos possam fazer uma caminhada de conversão pessoal e celebrar com grande alegria a Páscoa de Jesus", destaca o secretário-executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias.
A temática ambiental/ecológica é trabalhada em diversos níveis, desde governo até comunidades. No entanto, qual é a diferença que aparece quanto o assunto é tratado no terreno da Igreja? "Fazemos isso a partir de nossa visão de pessoa e da própria Doutrina Social da Igreja (DSI). Nosso diferencial é a finalidade da Quaresma e as reflexões realizadas à luz da fé – nos interessa perceber o que a fé, a Tradição, a Palavra de Deus têm a nos dizer", relata Dom Dimas.
Nesse processo, a conscientização das comunidades é o primeiro passo para a tomada de ações concretas, levando em conta as demandas de cada realidade. "Aí, não podemos deixar uma reflexão de lado: o consumo. Vivemos numa sociedade consumista por excelência. É um sistema que gira dessa forma. E as pessoas vão se tornando cada vez mais homofabers (viver para trabalhar), buscam apenas a perspectiva do conforto, do bem-estar, enfim", lembra padre Dias.
Tema e história
O lema da CF 2011 é retirado de uma das várias cartas escritas por São Paulo, que possui uma "visão cósmica da salvação", conforme explica o secretário-geral da CNBB.
"Para Paulo, a salvação não é assunto referente apenas às almas, nem somente aos cristãos, é algo que diz respeito à humanidade toda. Mais ainda, a todo o universo. Jesus é o mediador de uma nova e eterna aliança que tem repercussões cósmicas. Nesse sentido, Paulo lembra que a criação inteira ainda aguarda sua plenitude, que realiza-se em Cristo, porque n'Ele todas as coisas foram feitas", salienta o bispo.
Nessa perspectiva, o ser humano precisa assumir seu papel de cocriador na criação, enquanto administrador de tudo o que foi criado por Deus.
"As Campanhas anteriores tiveram um foco bem saliente nos sofredores e pobres, necessitados, e é importante que seja assim. No entanto, o foco agora se alarga para pensar na vida do planeta como tal. Afinal de contas, nem pobres ou ricos sobreviverão se o planeta for destruído", pondera Dom Dimas.
Acerca da noção de desenvolvimento sustentável, o secretário-geral adverte que todos querem desenvolvimento, mas é preciso buscá-lo com responsabilidade. "Muitos países estão pouco interessados com o futuro e investem em processos contra o meio ambiente. Isso é irresponsável, pois o que está em jogo não é a vida da geração de hoje somente, mas das gerações futuras, ameaçadas quando iniciativas públicas não são feitas com responsabilidade".
A preocupação com ecologia é presença de longa data nas CF's. Já em 1979 acontecia a primeira Campanha com viés ecológico, com o tema "Por um mundo mais humano" e o lema "Preserve o que é de todos". Após, houve outras campanhas com a presença do tema ecológico, como "Fraternidade e Água" (2004) e "Fraternidade e Amazônia" (2007), por exemplo.
Escolha
Os temas das Campanhas não são impostos pelo episcopado brasileiro. Pelo contrário, há todo um processo de consulta às comunidades, pastorais e agentes.
"Especialmente nos últimos 20 anos, a Campanha assumiu temas de envergadura social bem ampla, para que a Palavra e a experiência de fé possam iluminar cada situação", sublinha padre Luiz Dias.
Os temas são escolhidos sempre com dois anos de antecedência, para que se possa ter tempo de trabalhar no texto-base e alavancar reflexões, bem como desenvolver outros textos de caráter litúrgico, catequético e outras iniciativas. Da mesma forma, o processo de escolha do hino conta com um processo de escolha com ampla participação popular.
"O processo de escolha é bastante participativo, uma vez que faz as pessoas que estão com 'a mão na massa' se mobilizarem e propor os temas", finaliza Dom Dimas.
Por Leonardo Meira, com colaboração de Nicole Melhado e Gracielle Reis
Fonte: Canção Nova
terça-feira, 1 de março de 2011
Aquecimento global é tema da Campanha da Fraternidade
“Contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participar dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta”.Este é o objetivo da Campanha da Fraternidade 2011 (CF), que será aberta, em nível nacional, na Quarta-feira de Cinzas, 9 de março, na sede da CNBB.
Com o tema “Fraternidade e a Vida no Planeta” e o lema “A criação geme em dores de parto”, a CF chama a atenção especialmente para as questões do aquecimento global e das mudanças climáticas.
Motivada pela fé
Segundo o secretário geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa, é a fé que motiva a Igreja a discutir temas como o proposto pela CF-2011. “A fé nos torna específicos numa discussão como essa. A nossa fundamentação é teológica e se baseia no próprio projeto de Deus para com a criação e para com o ser humano”, explica.
Dom Dimas destacou ainda que a ecologia humana é de “suma importância” para as discussões porque trata a vida como um todo e não distingue a vida do planeta da vida dos seres humanos. “A ecologia humana é um tema fundamental trazido pelo Papa João Paulo II e, depois, por Bento XVI. De acordo com o Papa, o centro do universo está na pessoa humana e, muitas vezes, as políticas públicas não levam em conta esses dois pontos, principalmente as pessoas mais vulneráveis, os mais pobres”.
A partir de março, o debate do tema proposto pela Campanha ganha as paróquias, comunidades e os mais diversos espaços.“A temática é uma preocupação social da Igreja que quer despertar as pessoas para a educação ambiental porque, a partir do nosso dia-a-dia, precisamos diminuir o consumo e tomar algumas medidas que impliquem em menos gastos e mais educação para a vida do nosso planeta”, sublinhou o secretário executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias.
De acordo com o secretário, os temas sociais apresentados pelas Campanhas da Fraternidade refletem o papel da Igreja junto à sociedade. “A Igreja toma esses temas como reflexão para servir à sociedade, porque implicam em sofrimento, dores, morte. A Igreja, imbuída da missão de evangelizar, procura levar a luz de Deus àquela situação, para que brote a vida no seio da sociedade”, disse o padre.
Objetivos e estratégias
Além do objetivo geral, CF apresenta alguns objetivos específicos como viabilizar meios para formação da consciência ambiental; promover discussões sobre a problemática; mostrar a gravidade e a urgência dos problemas ambientais. Algumas estratégias também são adotadas como mobilizar pessoas, Igrejas e a sociedade para assumirem o protagonismo na construção de alternativas para a superação dos problemas socioambientais; denunciar situações e apontar responsabilidades no que diz respeito aos problemas ambientais decorrentes do aquecimento global.
Coleta da Solidariedade
Um dos gestos concretos propostos pela CF é a Coleta da Solidariedade, que é feita em todas as dioceses do país no Domingo de Ramos e, neste ano, acontecerá no dia dia 17 de abril. Do total arrecadado, as dioceses destinam 40% para o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS). Os outros 60% ficam nas dioceses, formando o Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS), para o atendimento a projetos locais. Os recursos arrecadados na Coleta da Solidariedade são destinados prioritariamente a projetos que atendam os objetivos propostos pela CF-2011. No ano passado, os 40% enviados pelas dioceses para o FNS somaram R$ 3.807.769,55.
Fonte: C.N.B.B.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
CD da Campanha da Fraternidade 2011 já está nas livrarias católicas
O CD com o Hino da Campanha da Fraternidade 2011 - “Fraternidade e a Vida no Planeta”, e os cantos quaresmais para o Ano A (2011), já se encontra nas livrarias católicas de todo o país.De acordo com o assessor de música litúrgica da CNBB, padre José Carlos Sala, o hino poder ser executado em algum momento mais adequado da celebração, a critério da equipe de celebração e de quem preside. “O hino poderá ser executado, por exemplo, em algum momento da homilia, o que facilitará a vinculação da liturgia da palavra com a vida (tema da CF) – ou nos ritos finais, no momento do envio”, disse o assessor.
“De acordo com suas potencialidades, as equipes de canto e música escolherão o melhor meio para apropriar-se desse rico repertório quaresmal que aparece no CD e ajudar os fiéis na assimilação dos cantos próprios deste tempo”, completa o assessor.
O CD está enriquecido com mais oito faixas inéditas para as celebrações quaresmais do ano A, além de outros cantos do Hinário Litúrgico da CNBB.
Ciclo Dominical
Padre Sala explica que o lecionário dominical – embora trazendo nos dois primeiros domingos dos anos A, B e C o mesmo conteúdo evangélico (Deserto e Transfiguração de Jesus) – propõe três diferentes “itinerários” quaresmais:
- No ano A, os evangelhos estão intimamente relacionados com a temática do batismo (“Samaritana”, “Cego de nascença” e “Ressurreição de Lázaro”);
- No ano B, o acento recai sobre a pessoa de Jesus Cristo (“Expulsão dos vendilhões”, “Encontro com Nicodemos”, “O grão caído na terra”);
- Por fim, no ano C, a penitência e a conversão aparecem bem evidenciados (cf. parábolas da “Figueira estéril”, do “Filho pródigo” e o episódio da a “Mulher pecadora”).
Fonte: Canção Nova/C.N.B.B.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Papa abençoa Campanha da Fraternidade e saúda brasileiros
O Papa Bento XVI abençoou a Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE) 2010 e saudou os brasileiros, em uma mensagem ao presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha, por ocasião da abertura da CFE, realizada nesta quarta-feira de cinzas, 17, em todo o país."Implorando as maiores bênçãos de Deus sobre a Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010, aproveito a ocasião para enviar aos meus irmãos e amigos do Brasil cordiais saudações com votos de todo bem em Jesus Cristo, único Salvador de todos!"
.: Leia a íntegra da mensagem do Papa
O Papa iniciou a mensagem recordando que a Quaresma, tempo litúrgico iniciado ontem pela Igreja, é um período favorável de salvação, que trás consigo um forte apelo à reconciliação com Deus.
Ao comentar o tema da Campanha, Bento XVI desejou sucesso às Igrejas e Comunidades Eclesiais no Brasil, que decidiram unir esforços para ajudar as pessoas a se libertarem da escravidão do dinheiro. Recordando sua Mensagem para a Quaresma, o Pontífice destacou que a escravidão ao dinheiro e à injustiça "tem origem no coração do homem, onde se encontram os germes de uma misteriosa convivência com o mal."
Lançamento da Campanha da Fraternidade
Foi aberta nesta Quarta-feira de Cinzas, 17, em Brasília, a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010 (CFE), com o tema "Economia e Vida" e lema "Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro (Mt 6, 24)". O evento contou com a participação dos representantes das cinco Igrejas membros do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), responsável pela Campanha deste ano, por ser ecumênica.
O representante da CNBB, no evento, o arcebispo de Montes Claros (MG), dom José Alberto Moura, leu a mensagem do Papa Bento XVI para a CFE.
Fonte: Canção Nova
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Campanha da Fraternidade reflete sobre Economia e Vida
A Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE) 2010 começou nesta Quarta-feira de Cinzas, 17, dia que marca o início da Quaresma.É a terceira vez que a CF acontece de forma ecumênica, a exemplo dos anos 2000 e 2005. A organização está sob responsabilidade do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), integrado pela Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil e Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia.
Com o tema "Economia e Vida" e o lema "Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro" (Mt 6, 24), a Campanha busca ajudar a sociedade a construir uma economia que esteja a serviço da vida.
Escolhido há dois anos, o tema será debatido num contexto de crise mundial financeira, deflagrada no final de 2008, e de eleições. No centro das reflexões propostas pelas Igrejas está a concepção de uma economia a serviço da vida, no respeito à dignidade da pessoa humana e ao planeta Terra.
"O Conic não quer limitar-se a criticar sistemas econômicos. Principalmente, espera que a Campanha mobilize Igrejas e sociedade a dar respostas concretas às necessidades básicas das pessoas e à salvaguarda da natureza, a partir de mudanças pessoais, comunitárias e sociais, fundamentadas em alternativas viáveis derivadas da visão de um mundo justo e solidário", diz o texto base da Campanha.
Para alcançar os objetivos da Campanha, o Conic propõe como estratégias "denunciar a perversidade de todo modelo econômico que vise em primeiro lugar o lucro". Aconselha, ainda, "educar para a prática de uma economia de solidariedade", além de conclamar toda a sociedade "para ações sociais e políticas" que levem a uma economia de solidariedade.
O Tempo da Quaresma, em que é realizado a Campanha, favorece a conversão "social, eclesial, comunitária e pessoal", de acordo com o Conic.
Abertura da CFE
Em Brasília, dois atos marcaram a abertura oficial da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010 (CFE) nesta Quarta-feira de cinzas. O primeiro foi uma coletiva de imprensa, na igreja Luterana. Todos os presidentes das igrejas membros do Conic estiveram presentes. Já no Santuário Dom Bosco, às 19h30min, as cinco igrejas se reúniram para uma celebração ecumênica.
Confira os objetivos da CFE 2010
Objetivo geral:
Colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão.
Objetivos específicos:
1. Sensibilizar a sociedade sobre a importância de valorizar todas as pessoas que a constituem;
2. Buscar a superação do consumismo, que faz com que ‘ter’ seja mais importante do que as pessoas;
3. Criar laços entre as pessoas de convivência mais próxima em vista do conhecimento mútuo e da superação tanto do individualismo como das dificuldades pessoais;
4. Mostrar a relação entre fé e vida, a partir da prática da justiça como dimensão constitutiva do anúncio do evangelho;
5. Reconhecer as responsabilidades individuais diante dos problemas decorrentes da vida econômica, em vista da própria conversão.
Fonte: C.N.B.B.











