sexta-feira, 23 de outubro de 2009

CNBB e Ministério da Saúde fazem parceria inédita

Uma parceria inédita. A CNBB e o Ministério da Saúde, lançaram nesta quinta-feira, 22, uma campanha para o diagnóstico precoce da Aids. A intenção, é divulgar a importância dos testes de HIV na população geral e de sífilis entre gestantes.

A parceria, no entanto, não inclui o apoio ao uso de preservativos já que a Igreja é contrária à sua utilização.

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Por Ronaldo da Silva
Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Padre Wesdras se recupera de cirurgia

Foi realizada com sucesso na última terça-feira (21), no Hospital Samur, a cirurgia do Padre Wesdras Santos, pároco da Paróquia Nossa Senhora Aparecida em Vitória da Conquista. O sacerdote sofreu fratura na perna direita no incidente ocorrido na última sexta-feira, quando do desabamento de parte do telhado do Santuário localizado na Av. Equador, no Bairro Jurema.

Com informações do juniorpatente.com

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Terço dos homens - Uma prática que representa um bem para si mesmo, para sua família

Sob o aspecto pastoral, outubro é o mês missionário; em relação à devoção mariana, é o mês do Rosário. Em seu calendário santoral, no dia 7 a Igreja celebra a liturgia de Nossa Senhora do Rosário, lembrando a libertação dos cristãos na batalha de Lepanto no século XVI. "Esta designação de "rosário" pode ter origem no costume de, em alguns lugares, o povo oferecer coroas (guirlandas) de rosas à sua rainha. Os cristãos transferiram este costume a Maria, a rainha do céu e da terra, oferecendo-lhe uma coroa de 150 rosas – Ave-Marias". É importante recordar que o rosário é uma oração bíblica, cristocêntrica, pois, os mistérios contemplados são os mistérios centrais da história da salvação, da nossa fé. As orações que se rezam são tiradas da Sagrada Escritura. Na oração do Rosário, são lembradas as alegrias, dores e glórias de Jesus e de Maria. O papa João Paulo II acrescentou aos mistérios gozozos, dolorosos e gloriosos, os mistérios luminosos que contemplam o período da vida pública de Jesus.

Missão e oração são práticas indissociáveis na vida de Jesus, de seus primeiros apóstolos e de todos os seus discípulos ao longo dos séculos. A prática da oração faz parte da vida de pessoas religiosas, independentemente da religião que pratiquem. Para os cristãos, a oração é a melhor forma de se estabelecer uma união verdadeira com Deus. Quando estão em oração, as pessoas se encontram com Deus e consigo. Conforme o Evangelho, Jesus recolheu-se em oração muitas vezes, notadamente em momentos importantes de sua missão. Deu o exemplo de oração e mostrou que ela é necessária na vida de seus discípulos. Ao observarem a sua prática de oração, eles pediram que lhes ensinasse a rezar. Atendendo ao seu pedido, ensinou-lhes a oração do Pai Nosso.

Os católicos rezam individualmente, em grupo e em comunidade. Jesus revelou o valor de cada uma dessas formas de oração, mas, sem dúvida, a oração em comum é mais rica de sentido. “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai que está no escondido. E o teu Pai, que vê o escondido, te dará a recompensa. (Mt 6,6) É o caso de oração individual. “Eu vos digo isto: se dois de vós estiverem de acordo, na terra, sobre qualquer coisa que quiserem pedir, meu Pai que está nos céus o concederá. Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou ali, no meio deles.” (Mt 18,19-20) É uma forma de oração em grupo. “Depois de prender Pedro, Herodes lançou-o na prisão, guardado por quatro soldados. Herodes tinha a intenção de apresentá-lo ao povo depois da festa da Páscoa. Enquanto Pedro era mantido na prisão, a Igreja orava continuamente a Deus por ele.” (At 12,4-5) É um exemplo de oração da comunidade.

A oração é feita de maneira silenciosa ou com palavras, de maneira espontânea ou com a recitação de fórmulas consagradas. Os católicos cultivam uma forma de oração muito comum, que é a oração oral e com fórmulas conhecidas como o Pai Nosso, a Ave Maria, o Creio, a Salve Rainha, o Santo Anjo do Senhor, a Ladainha de Nossa Senhora e muitas orações que alimentam a sua vida espiritual. A recitação do Terço ou do Rosário de Nossa Senhora ocupa um lugar especial entre estas orações da devoção e da piedade dos católicos.

Na Igreja Católica do Brasil, desenvolve-se, em muitas dioceses, uma prática de oração de grupo que é o Terço dos homens. Pouco a pouco, essa prática vai animando a oração dos homens nas paróquias de diversas dioceses. Cada homem que participa do Terço sabe, por experiência, que essa prática representa um bem para si mesmo, para sua família e para a comunidade cristã. Cada homem dá um exemplo de oração a outros homens, cada um se torna um missionário junto a muitos amigos e companheiros que estão distantes de Deus e da Igreja Católica.

Dom Genival Saraiva de França
Bispo Diocesano de Palmares - PE

sábado, 17 de outubro de 2009

Teto que desabou durante missa na Bahia foi reformado há 4 meses

Acidente deixou sete feridos, entre elas o padre, uma idosa e um bebê.
Local está interditado, e deve passar por uma vistoria.

O teto que desabou na noite desta sexta-feira (16), durante missa em uma igreja católica de Vitória da Conquista, no Sudoeste da Bahia, foi reformado há quatro meses. O local está interditado porque ainda há risco de desabamento, e deve passar por uma vistoria. As causas do desabamento ainda não foram identificadas.

Cerca de 200 fiéis assistiam a uma missa na hora do acidente. Os bombeiros usaram lanternas para vasculhar os escombros. O padre e mais seis pessoas, entre elas uma idosa e um bebê de colo, foram levados para um hospital local.

Segundo o sargento Alexsandro Oliveira, do Corpo de Bombeiros, “as pessoas notaram que algumas telhas dentro da igreja, perto do altar, começaram a cair”. “Os fiéis chegaram a recuar até a porta, mas, de repente, parte do telhado desabou. Não deu tempo para todos saírem”, explicou.

Segundo os bombeiros, cerca de 40 m² do telhado desabaram.

Ninguém ficou ferido com gravidade. “O padre teve uma fratura na perna direita e uma criança de 2 anos sofreu um corte na cabeça. Outras pessoas também tiveram cortes, mas ninguém se feriu com gravidade”, disse Oliveira.

Fonte: G1

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A missão que começa em casa - Amar é uma decisão que não é tomada apenas com o coração

Em outubro, mês missionário, a Igreja celebra a devoção a uma de suas grandes santas, uma doutora, uma mestra do amor: Santa Terezinha do Menino Jesus, a padroeira dos missionários.

"Ó Jesus, meu amor! Minha vocação, enfim, eu encontrei, minha vocação é o amor" (Santa Terezinha).

Reconheço que amar é o maior de todos os desafios do cristão, porém, é por ele que se alcança o céu. São Paulo é muito claro quando nos exorta em Romanos: "A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, a não ser o amor recíproco” (Rm 13,8). Sem dúvida, não há outro caminho para se chegar a Deus a não ser pelo amor; e nesse caminho não há atalhos. Santa Terezinha, certa vez, expressou-se assim: "Não é o bastante amar, é preciso prová-lo!"

Amar é uma decisão que não é tomada apenas com o coração, pela sensibilidade; mas com a razão. Assim como a vida é uma questão de escolha, amar também é uma escolha que só você pode fazer por si mesmo; ninguém mais pode decidir-se por amar em seu lugar.

Amar não é um ato mecânico, é uma escolha que passa pela liberdade e pela consciência. É um ato da vontade do querer. Para amar é preciso aceitar perder-se, esquecer-se, não voltar a si mesmo. A sensibilidade auxilia que você saia de si, mas não é suficiente para levá-lo a amar. A admiração pelo outro e a afeição empurram você para ele, mas isto ainda não é amor.

"Compreendi que meu amor não se devia traduzir somente por palavras" (Santa Terezinha). Amar não é dar alguma coisa a alguém; isso é filantropia.

Amar é dar-se por inteiro a alguém, quer ele mereça ou não. Jesus fez isso por mim e por você. Foi isso que Ele fez pela humanidade inteira. O Senhor se ofertou, inteiramente, a todos no seu sacrifício de morte na cruz. O amor não busca outro motivo nem outro fruto fora de si; o seu fruto consiste na sua prática. Amo porque amo; amo para amar. O amor é um constante ato que se renova cada vez que é praticado.

Eu sou feito para amar, nasci do amor e voltarei para ele. Logo, é importante que eu o viva. Essa compreensão da nossa existência pautada pelo amor fez toda diferença na vida de Santa Terezinha: "...e minha vida é um único ato de amor". E faz também na vida de cada um de nós uma verdadeira revolução.

É com disposição de amar que devem ser feitas todas as nossas atitudes, porque o amor é a base de tudo. Tudo vai passar, somente o amor vai permanecer.

Em 1996, conheci a história de Santa Terezinha, sua luta por amar a todos e demonstrar esse amor, especialmente àquelas irmãs que menos lhe agradavam. A imensidão do amor de Deus por elas impulsionou-me a fazer a escolha, desde então, da pequena via para minha vida: a cada dia acordar e perguntar ao Senhor a quem amar e como amar nesse momento.

Dentro de minha casa, no seio de nossa família em primeiro lugar, meu pai foi alcoólatra. Durante anos ele foi causa de sofrimento em nossa casa. Com o tempo, ele parou de beber, mas as marcas da história estavam ali. Então, a ele eu dediquei todo meu amor, meu perdão, minha decisão de amá-lo gratuitamente. O amor venceu! O céu aconteceu.

Madre Tereza de Calcutá nos diz: "No entardecer, seremos julgados pelo amor". Amar é um desafio que Deus nos faz todos os dias. Muitos não o compreendem, outros não tiveram a graça de experimentá-lo. Porém, quem vivenciou o verdadeiro amor, por ele se deixa transformar.

Santa Terezinha do Menino Jesus, rogai por nós e ensinai-nos a amar.

Por Lucio Domicio
Missão CN - Portugal

Comemora-se hoje o Dia Mundial de Lavar as Mãos

Pesquisas mundiais apontam que 40% das pessoas não lavam as mãos após ir ao banheiro. Para tentar conscientizar a população sobre como esse simples gesto pode salvar vidas, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) promove hoje, 15, o primeiro Dia Mundial de Lavar as Mãos.

De acordo com a porta-voz do Unicef em Genebra, Véronique Taveau, a cada dia, cinco mil crianças menores de cinco anos morrem, no mundo, por causa da diarreia. "A metade destas mortes pode ser evitada se as crianças desenvolverem o hábito de lavar as mãos com sabão, antes do almoço e depois de ir ao banheiro", ressaltou.

Véronique Taveau disse ainda que o Dia Mundial de Lavar as Mãos abre uma "verdadeira batalha planetária pela higiene", cujos protagonistas serão as crianças. "São as crianças, que em casa com a família ou na comunidade, irão introduzir em seu meio um gesto simples que salva vidas", sublinhou.

Na ausência de pia ou na presença de uma pia que não oferece condições suficientes de higiene, o gel de limpeza de mãos é tão eficiente quanto lavar corretamente as mãos, com água e sabão, pois a maior parte deles contém álcool, que remove grande parte das bactérias.

Fonte: Canção Nova

Obesidade já atinge 400 milhões de pessoas no mundo

A obesidade é um problema de saúde pública mundial. Já são 400 milhões de obesos no mundo. No Brasil 11% da população tem a doença. Mas por que é tão difícil emagrecer?

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Por Renata Vasconcelos
Fonte: Canção Nova

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Horário de verão começa domingo e vai durar 126 dias

A 36ª edição do horário de verão brasileiro começa no próximo domingo, 18 de outubro, e se estenderá por 126 dias, até 21 de fevereiro de 2010. Na passagem de sábado para domingo, à 0h, os relógios deverão ser adiantados uma hora nos Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A medida vai vigorar no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

De acordo com informações do Ministério das Minas e Energia, o horário de verão é adotado sempre nesta época do ano por causa do aumento na demanda, resultado do calor e do crescimento da produção industrial às vésperas do Natal. Nesse período, os dias têm maior duração por causa da posição da terra em relação ao sol, e a luminosidade natural pode ser melhor aproveitada.

O horário de verão foi adotado pela primeira vez no Brasil em 1931, com duração de cinco meses. Até 1967 a mudança no horário ocorreu 11 vezes. Desde 1985, no entanto, a medida vem sendo adotada sem interrupções, com diferenças apenas nos Estados em que esta mudança é adotada, e no período de duração.

Nos últimos 10 anos, segundo o Ministério de Minas e Energia, a adoção do horário de verão possibilitou uma redução média de 4,7% na demanda por energia no horário de maior consumo, chamado horário de "pico", que ocorre entre 18h e 21h. Essa redução significa que as usinas deixaram de gerar, no horário mais crítico, cerca de 2.000 MW (megawatts) a cada ano, ou 65% da demanda do Rio de Janeiro, ou ainda 85% da demanda de Curitiba.

A previsão de redução da demanda para esta edição é 4,4% nas regiões Sudeste e Centro-oeste. No sul, a estimativa é de 4,5%.

Fonte: Terra

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Dom Geraldo destaca como Maria sempre foi servidora

"Não fomos nós que criamos Nossa Senhora. Foi Deus quem quis que seu Filho nascesse de uma mulher (...). E ela sempre foi servidora". Com esta afirmação, o Cardeal e Arcebispo primaz do Brasil, Dom Geraldo Majella Agnelo, destacou a importância de Maria para a humanidade e como foi preparada para ser a mãe de Jesus.

Assista



O arcebispo esteve em Aparecida (SP), nesta segunda-feira, 12, e celebrou a Santa Missa solene em honra à padroeira do Brasil e ressaltou como deve ser a vivência da fé dos cristãos: "Nossos cristãos sejam cheios de fé, uma fé vivida, muito autêntica, muito testemunhada".

Fonte: Canção Nova

Novo Papel do Gerente - II (Por Ítalo Brito)

Os conceitos de comportamento gerenciais sempre serão cruciais no alargamento da gestão efetiva. As organizações que utilizam o capital intelectual dos líderes bem preparados para exercerem os princípios estabelecidos por Fayol, de planejar, organizar, comunicar, coordenar e controlar terá desempenhos eficientes nas tarefas, pois as atividades gerenciais dos líderes correspondem às atividades de direção e capacitação dos colaboradores, com o escopo de promover a renovação da organização...

assegurando a harmonia no ambiente em que a empresa está inserida, viabilizando o diagnóstico de suas deficiências e pontuando os aspectos positivos. O novo administrador e o gerente devem desempenhar suas competências entendendo que seu papel é determinante para a sobrevivência e sucesso da equipe de sua responsabilidade que influencia diretamente no planejamento da organização em relação a suas metas e objetivos, pois a excelência de uma empresa esta alicerçada no comportamento de seus líderes e liderados. A maneira como seus líderes enxergam o mundo, sua dedicação e sua integridade são a razão porque uma empresa conquista o sucesso. Segundo Chiavenato (1994, p. 145), “os gerentes são responsáveis diretos pela sobrevivência e pelo sucesso da organização. Cada sucesso da empresa é o sucesso de um ou mais gerentes. Cada fracasso é o fracasso de um ou mais gerentes”.

O gerente deve dominar o conhecimento que o habilite a conduzir pessoas na excelência de sua função de liderança e o mesmo precisa administrar as diferenças entre os membros de sua equipe, pois seu papel é importante em todas as atividades e em todas as organizações, principalmente nas empresas, onde sua função de liderança deve ser algo peculiar e não apenas uma delegação do cargo exercido, uma vez que um bom dirigente deve ser um bom líder. Chiavenato (1994, p 157) afirma que, nem sempre “o líder é um dirigente ou gerente”. Diante do exposto, pressupõe-se que as ações de um indivíduo, que exerce influência sobre outros no ambiente, ainda que de maneira informal está exercendo liderança. No contexto organizacional a empresa precisa de líderes alocados hierarquicamente em seu quadro formal, gerindo nas áreas de sua atuação, e é na gerência que reside o ponto mais crítico da liderança. Chiavenato (1994, p. 146), acrescenta, ainda que; O gerente não lida apenas com capital ou dinheiro, com máquinas ou equipamentos, mas trabalha, sobretudo com pessoas. É através das pessoas que o gerente consegue a execução das tarefas a alocação dos recursos materiais e financeiros a produção de bens ou serviços, bem como o alcance dos objetivos organizacionais.

Constata-se que os diversos estilos de liderança presentes nos administradores e gerentes devem desenvolver políticas abrangentes e, com base na contribuição deste estudo, estabelecer um ambiente onde todos interajam com uma visão voltada para as pessoas e suas diferenças, e que as mesmas sejam orientadas a desempenharem com eficiência suas tarefas, visando sempre à eficácia das metas estabelecidas pela organização. Ser gestor é muito mais do que analisar e produzir resultados econômicos, ser gerente é ser um líder, com uma visão voltada para os colaboradores que motivados e valorizados produzirem os resultados esperados pela organização. Embora existe uma diferença notória entre o papel desenvolvido por um gerente em relação às características de um líder, os dois acabam por se aproximarem no que se refere à atuação em organizações, e sabe-se que é um tanto quanto difícil fazer uma separação distinta das atividades. Para ser um gerente dinâmico é imprescindível que o mesmo exercite os papéis de liderança no ambiente organizacional. Para Silva (2001, p. 262), “uma visão comum é que o trabalho do gerente requer a habilidade da liderança e a liderança e, um efeito, um subconjunto do gerenciamento, ainda que liderança seja um atributo especial que pode ser diferenciado dos outros elementos do gerenciamento”. O grande desafio nesse sentido é diferenciar as ações de um gerente de um líder gerente, e nesta visão Bennis, Snell (1996, p. 42) aponta as diferenças de comportamento entre o líder e o gerente, para ele; O gerente administra; o líder inova. O gerente é uma copia; o líder é original. O gerente mantém; o líder desenvolve. O gerente prioriza sistemas e estrutura; o líder prioriza pessoas. O gerente depende do controle; o líder inspira confiança. O gerente tem uma ação em curto prazo; o líder, perspectiva de longo prazo. O gerente pergunta como e quando; o líder pergunta o que e por que. O gerente vive com olhos voltados para o possível; o líder com olhos no horizonte. O gerente limita; o líder inventa. O gerente aceita o status quo; o líder desafia. O gerente é bom soldado clássico; o líder é seu próprio comando. O gerente faz certo as coisas; o líder faz as coisas certas.

Italo Brito – Administrador, Pós-graduando em Gestão de Pessoas (FAINOR), Gerente comercial da COFET e Tutor da UNOPAR.