segunda-feira, 12 de maio de 2008

Milhares de peregrinos celebram aparição de Nossa Senhora de Fátima

Devotos visitaram o Santuário de Fátima, nesta segunda-feira (12), em Portugal.
Peregrinos celebram o 91º aniversário da aparição da Virgem para três crianças em 1917.


Em 1917, Nossa Senhora apareceu em Fátima - Portugal para três pastorinhos - Lúcia, Francisco e Jacinta. A Virgem fez revelações que mais tarde ficaram conhecidas como o "Segredo de Fátima".

A 1ª e 2ª parte do Segredo foram escritas por Lúcia no ano de 1941 e conhecidas logo a seguir.
A 3ª parte do Segredo foi escrita em 1944 numa correspondência privada para ser aberta somente pelo Papa.
No dia 26 de Junho de 2000, a 3ª parte do Segredo foi finalmente publicada na íntegra pelo Vaticano.

1ª e 2ª parte do Segredo de Fátima, na íntegra.

Transcrição na íntegra das palavras de Lúcia de Jesus que contêm a revelação da primeira e segunda partes do segredo de Fátima:

"(...) o segredo consta de três coisas distintas, duas das quais vou revelar. A primeira foi pois a vista do inferno! Nossa Senhora mostrou-nos um grande mar de fogo que parecia estar debaixo da terra. Mergulhados nesse fogo os demônios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras , ou bronzeadas com forma humana, que flutuavam no incêndio levadas pelas chamas que delas mesmas saiam, juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faúlhas em os grandes incêndios sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor.

Os demônios distinguiam-se por formas horríveis e acrosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes e negros.
Esta vista foi um momento, e graças à nossa boa Mãe do Céu; que antes nos tinha prevenido com a promessa de nos levar para o Céu (na primeira aparição) se assim não fosse, creio que teríamos morrido de susto e pavor. Em seguida, levantamos os olhos para Nossa Senhora que nos disse com bondade e tristeza: Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores, para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção a meu Imaculado Coração.

Se fizerem o que eu disser salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar, mas se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra pior. Quando virdes uma noite, alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai a punir o mundo dos seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre. Para a impedir virei pedir a consagração da Rússia a meu Imaculado Coração e a comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz, se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja, os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas, por fim o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz".

3ª parte do Segredo de Fátima, na íntegra.

O conteúdo da terceira parte do Segredo de Fátima, revelado em 13 de Julho de 1917, em Fátima, em que a Ir. Lúcia dos Santos, a única das três videntes ainda viva, redigiu em 03 de Janeiro de 1944, é o seguinte:

"Escrevo, diz Ir. Lúcia, em ato de obediência a Vós meu Deus, que me mandais por meio de Sua Excelência Reverendíssima o Sr. Bispo de Leuria, e da Vossa e minha Santíssima Mãe. Depois das duas partes que já expus, vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora, um pouco mais alto, um anjo com uma espada de fogo na mão esquerda. Ao cintilar despedia chamas que pareciam incendiar o mundo. Mas, apagavam-se com o contato do brilho que da mão direita expedia Nossa Senhora ao seu encontro. O anjo, apontando com a mão direita para a terra, com voz forte dizia: - Penitência, penitência, penitência.

E vimos numa luz imensa, que é Deus, algo semelhante a como se vêem as pessoas no espelho, quando lhe diante passa um bispo vestido de branco. Tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre. Vimos vários outros bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande cruz, de tronco tosco, como se fora de sobreiro como a casca. O Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade, meia em ruínas e meio trêmulo, com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena. Ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho.

Chegando ao cimo do monte, prostrado, de joelhos, aos pés da cruz, foi morto por um grupo de soldados que lhe disparavam vários tiros e setas e assim mesmo foram morrendo uns após os outros, os bispos, os sacerdotes, religiosos, religiosas e várias pessoas seculares. Cavalheiros e senhoras de várias classes e posições. Sob os dois braços da cruz, estavam dois anjos. Cada um com um regador de cristal nas mãos recolhendo neles o sangue dos mártires e com eles irrigando as almas que se aproximavam de Deus.

Este portanto, o conteúdo escrito por Ir. Lúcia, no ano de 1944, do Terceiro Segredo de Fátima.

Comentário

Nossa Senhora em Fátima fez um diagnostico, mostrou os riscos e prescreveu os remédios. Ela ofereceu a humanidade meios para livrar-se de males ameaçadores representados nas visões dadas às 3 crianças. Na medida em que usamos o remédio o mal é vencido. Almas são salvas de cair no inferno e guerras destruidoras que atingem a Igreja são afastadas (adiadas). O mundo viveu por vários anos a chamada guerra fria em que o conflito com a Russia e todo o bloco soviético podia explodir a qualquer momento numa guerra nuclear. O remédio oferecido em Fátima, uma especial consagração ao Imaculado Coração, ficou por longo tempo sem o uso devido. Foi somente depois de ser salvo por milagre de um atentado em 13 de maio de 1981, aniversário das aparições, que João Paulo II se ocupou com as revelações de Fátima. Quando em 1984 nosso querido Papa, fez a consagração solene nos moldes prescritos por Nossa Senhora o remédio celestial começou a agir. Bastou cinco anos para o mundo assistir pasmo o desmantelamento do bloco soviético. Parte do tratamento prescrito cabia ao Papa e aos Bispos mas outra parte cabe a cada um de nós. Como temos feito a comunhão reparadora? Qual a visão pior: a da primeira parte ou a da última parte do segredo? A queda do muro de Berlim é um testemunho de como os remédios oferecidos pela Mãe são eficazes. Diante de tudo só posso pedir misericórdia pois tenho sido relaxado no uso destes remédios para o bem de tantos. Penitencia! Penitencia! Penitencia! dizia o anjo em 1917, que diria ele agora?

Sergio Vellozo - Comunidade Canção Nova

Show Viveiro de Cantigas com Alan Rocha



Show Viveiro de Cantigas com Alan Rocha
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Onde: Teatro Carlos Jehovah
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Quando: 15/Maio/2008 20:30h




Sem o Espírito Santo, o Cristo permanece no passado

Pentecostes, do grego “pentekosté”, é o qüinquagésimo dia após a Páscoa. Comemora-se o envio do Espírito Santo à Igreja. A partir da Ascensão de Cristo, os discípulos e a comunidade não tinham mais a presença física do Mestre. Em cumprimento à promessa de Jesus, o Espírito foi enviado sobre os apóstolos. Dessa forma, Cristo continua presente na Igreja, que é continuadora da sua missão.

A origem do Pentecostes vem do Antigo Testamento, a qual era uma celebração da colheita (cf. Êxodo 23, 14), dia de alegria e ação de graças, portanto, uma festa agrária. Nela, o povo oferecia a Deus os primeiros frutos que a terra tinha produzido. Mais tarde, tornou-se também a festa da renovação da Aliança do Sinai (cf. Ex 19, 1-16).

No Novo Testamento, o Pentecostes está relatado no livro dos Atos dos Apóstolos 2, 1-13. Como era costume, os discípulos, juntamente com Maria, Mãe de Jesus, estavam reunidos para a celebração do Pentecostes judaico. De acordo com o relato, durante a celebração, ouviu-se um ruído: "Como se soprasse um vento impetuoso". "Línguas de fogo" pousaram sobre os apóstolos e todos ficaram repletos do Espírito Santo e começaram a falar em diversas línguas.

Pentecostes é a coroação da Páscoa de Cristo. Nele, acontece a plenificação da Páscoa, pois a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos.

Podemos notar a importância de Pentecostes nas palavras do Patriarca Atenágoras (1948-1972): "Sem o Espírito Santo, Deus está distante, o Cristo permanece no passado, o Evangelho uma letra morta, a Igreja uma simples organização, a autoridade um poder, a missão uma propaganda, o culto um arcaísmo, e a ação moral uma ação de escravos". O Espírito traz presente o Ressuscitado à sua Igreja e garante a ela a vida e a eficácia da missão.

Dada sua importância, a celebração do Domingo de Pentecostes inicia-se com uma vigília, no sábado. É a preparação para a vinda do Espírito Santo, que comunica seus dons à Igreja nascente.

O Pentecostes é, portanto, a celebração da efusão do Espírito Santo. Os sinais externos, descritos no livro dos Atos dos Apóstolos, são uma confirmação da descida do Espírito: ruídos vindos do céu, vento forte e chamas de fogo. Para os cristãos, o Pentecostes marca o nascimento da Igreja e sua vocação para a missão universal.

Entrevista com Ana Carolina, mãe de Isabella Nardoni

domingo, 11 de maio de 2008

Aniversário de casamento (Claudinei & Irani)








































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Claudinei & Irani

Um momento especial de renovação para sua alma e seu espírito, porque Deus, na sua infinita sabedoria, deu à natureza, a capacidade de desabrochar a cada nova estação e a nós capacidade de recomeçar a cada ano. Desejamos a vocês, um ano cheio de amor e de alegrias.
Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.
Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.
Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.
É ser grato, reconhecido, forte, destemido.
É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;
Parabéns a vocês nesse dia tão grandioso.
"Casamento é um relacionamento a dois, no qual uma das pessoas está sempre certa e a outra é o marido."
Uma homenagem do Grupo Novos Amigos

No dia em que Deus criou as mães

No dia em que Deus criou as mães (e já vinha virando dia e noite há seis dias),

um anjo apareceu-lhe e disse:
- Por que esta criação está lhe deixando tão inquieto senhor?
E o Senhor Deus respondeu-lhe:
- Você já leu as especificações desta encomenda?
Ela tem que ser totalmente lavável, mas não pode ser de plástico.
Deve ter 180 partes móveis e substituíveis, funcionar à base de café e sobras de comida.
Ter um colo macio que sirva de travesseiro para as crianças.
Um beijo que tenha o dom de curar qualquer coisa, desde um ferimento até as dores de uma paixão, e ainda ter seis pares de mãos.

O anjo balançou lentamente a cabeça e disse-lhe:
- Seis pares de mãos Senhor?
Parece impossível !?!

Mas o problema não é esse, falou o Senhor Deus
- e os três pares de olhos que essa criatura tem que ter?
O anjo, num sobressalto, perguntou-lhe:
- E tem isso no modelo padrão?
O Senhor Deus assentiu:
- Um par de olhos para ver através de portas fechadas, para quando se perguntar o que as crianças estão fazendo lá dentro (embora ela já saiba);outro par na parte posterior da cabeça, para ver o que não deveria, mas precisa saber, e naturalmente os olhos normais, capazes de consolar uma criança em prantos, dizendo-lhe:"Eu te compreendo e te amo!" - sem dizer uma palavra.

E o anjo mais uma vez comenta-lhe:
- Senhor...já é hora de dormir.
Amanhã é outro dia.
Mas o Senhor Deus explicou-lhe:
- Não posso, já está quase pronta.
Já tenho um modelo que se cura sozinho quando adoece, que consegue alimentar uma família de seis pessoas com meio quilo de carne moída e consegue convencer uma criança de 9 anos a tomar banho...

O anjo rodeou vagarosamente o modelo e falou:
- É muito delicada Senhor!

... Mas o Senhor Deus disse entusiasmado:
- Mas é muito resistente!
Você não imagina o que esta pessoa pode fazer ou suportar!
O anjo, analisando melhor a criação, observa:
- Há um vazamento ali Senhor...
- Não é um simples vazamento, é uma lágrima!
E esta serve para expressar alegrias, tristezas, dores, solidão, orgulho e outros sentimentos.
- Vós sois um gênio, Senhor!
- disse o anjo entusiasmado com a criação.
- Mas disse o Senhor: isso não fui eu que coloquei.
Apareceu assim...

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Conquista perde vôos da Oceanair

A Oceanair cancelou os vôos desta 5ª feira (8) e anunciou que deixou de operar em Vitória da Conquista. Segundo o empresário José Maria Caíres da Maxtur Viagens e Turismo, a Oceanair vai operar com grandes aeronaves e o nosso aeroporto só está preparado para decolagens e aterrissagens de pequenos aviões.

A Oceanair vinha atendendo muito mal os passageiros que utilizavam a empresa para viagens para Salvador e Belo Horizonte. Recentemente em um ato político em Conquista o deputado estadual Heraldo Rocha(DEM) disparou: “o prefeito precisa cobrar da Oceanair melhores serviços para a cidade”.

A partir de hoje (8), só a Passaredo atenderá vôos para S. Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Barreiras e Salvador. A empresa paulista será estimulada a colocar mais um vôo para suprir a falta da Oceanair.






terça-feira, 6 de maio de 2008

Por falar em futebol! (Por: André Cairo)



Em Vitória da Conquista, o Humaitá Futebol Clube em 1959 já tinha o título de Campeão. Em 1960, disputa a final com o União e vence de 2x0, recebendo o Título de Bi Campeão. Na época, todo time tinha o seu mascote. Uma criança vestida com a farda oficial do time, entrava em campo junto com os jogadores antes do início da partida. O mascote do Humaitá era Jerome Luis Barros Cairo, filho do saudoso Lourival Cairo e Stelita Barros Cairo, popularmente conhecida por D. Zinha. O mascote do União era Piolho. Presidente do Humaitá, Lourival Cairo tinha o futebol como parte de sua alma. Organizado, competente e dedicado, muitas vezes ia a Salvador com seu DKV, uma perua Vemaget, somente para comprar fardamento para o alvo e verde. Lourival Cairo era o maior incentivador e empreendedor do futebol em Conquista e região. O Estádio Lomanto Junior iria ser chamado Estádio Lourival Cairo, mas a política muda o que ela quer! Desde o império romano a história se repete, apesar de Lomanto ter sido um grande homem. Lourival era proprietário da Confeitaria Araci, o point da cidade, onde a sociedade se reunia para o lazer, deliciando sorvetes, picolés, esquimós, dust miller, salada de frutas, preparados por ele; e bolos, salgados, pelas mãos mágicas da professora de arte culinária, D. Zinha. Havia também 8 bancas de sinuca, 3 de gamão, balcões e 30 mesas. Quando o Humaitá ganhava uma partida, a Confeitaria superlotava. Era algo harmonioso. O estabelecimento funcionava, onde hoje funciona O Conquistão, na Pça. Nove de Novembro. Até o time perdedor participava da festa, sem brigas nem xingamentos. Os jogadores daquela época tinham mais amor ao esporte, que propriamente a profissão e os torcedores iam ao Estádio para se divertir, sem arremesso de objetos. Os jogos eram realizados no Estádio Edvaldo Flores, que esgotavam suas bilheterias, enquanto João do Rolete, o João Aprijo, vendia roletes de cana espetados em palitos de bambu. Baleiros, vendedores de alimentos e bebidas ganhavam um bom dinheiro e a Polícia permanecia tranquila. Não havia desordem, enquanto na Rádio Clube, Hélio Gusmão narrava e comenta com Gilson Moura os destaques. Hoje, após 48 anos, a presença da CAESG e do Nono Batalhão de Polícia Militar é indispensável e latinhas de qualquer tipo de bebida dentro do Estádio ficaram proibidas a venda. Analisando a história, somente neste campeonato bahiano em que o Vitória da Conquista brilhou intensamente com grandes vitórias, alegrando a cidade; na década de 50 e 60 o Humaitá proporcionava o mesmo com uma equipe de jogadores como Edson Maciel, Raudenis, Pelé, Mário Seixas, Nego da Barra, Batatinha, Everaldo, Nego, Alexandre, Zoinho, Louro, Wender, Cide, com a diretoria formada por Lourival Cairo, Osvaldo Fiscal, Cicinato, Isaac, Zelito, Vitor e João. Ailton Vela se destacava como um bom juiz. Relembrando os bons tempos, seria importante que o Vitória da Conquista tivesse seu Mascote, como também os outros times. Jerome Luis Barros Cairo, eis mascote do Humaitá, neto de Sinhorinha Cairo, sobrinho de João, Gildásio, Eurípedes, Osmário, Miro Cairo, Hormindo Barros etc., hoje é médico em Campinas – SP, casado com a médica Dra. Áurea Abe, com dois filhos formados. Dr. Jerome é irmão de Antônio Roberto, diretor da Cambuí Veículos e do músico, ambientalista e presidente do MCMP, André Cairo, que esteve personificado de Madame Jamorri, torcendo pelo Conquista e fazendo protestos no Lomantão contra a violência, a corrupção e o fedor do Pinicão. Cairo, parabeniza o Vitória da Conquista pela excelente campanha. “Não venceu na final, mas foi mais que campeão”, finaliza.
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Ascom/MCMP
Presidente : André Paulo Barros Cairo

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Torcida já lança 'Obina Eterno' na internet

Obina saiu do banco para ser o principal responsável pelo 30º título carioca do Flamengo, na vitória por 3 a 1 sobre o Botafogo, neste domingo. O atacante, que costuma se destacar em decisões, fez dois gols e confirmou o status de xodó da torcida. Em retribuição, ganhou uma montagem bem-humorada, que já circula pela internet: a capa do DVD 'Obina Eterno', em alusão ao original 'Pelé Eterno'.

domingo, 4 de maio de 2008

Patrono Universal da Igreja

O Papa Pio XI, em 08 de dezembro de 1870, proclamou São José Patrono Universal da Igreja, disse: “Entre São José e Deus não vemos e não devemos ver senão Maria, por sua divina Maternidade”. “São José, depois de Maria, é o maior de todos os Santos”.

Em 1956, o Papa Pio XII (1939-1958) instituiu a festa de São José Operário, a ser celebrada em rito duplo de primeira classe no dia 1º de maio, Dia Universal do Trabalho.

São Mateus afirma em seu Evangelho que São José “era um homem justo” (Mt 1,19). Isto, na linguagem bíblica, significa um homem repleto de todas as virtudes, de santidade completa, perfeito. Jesus quis ter um pai na terra: O anjo do Senhor, aparecendo-lhe em sonho, diz-lhe: “José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua esposa, pois o que ela concebeu é obra do Espírito Santo” (Mt. 1,20).

Coube a São José a grande honra de dar o nome ao Filho de Deus humanado. O Anjo lhe disse: “Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo de seus pecados. Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor falou pelo profeta” (Mt 1, 21-22).

Em uma aparição a Santa Margarida de Cortona, disse Jesus: “Filha, se desejas fazer-me algo agradável, rogo-te não deixeis passar um dia sem render algum tributo de louvor e de bênção ao meu Pai adotivo São José, porque me é caríssimo”.

Santo Afonso de Ligório (†1787), doutor da Igreja, garantia que todo dom ou privilégio que Deus concedeu a outro Santo também o concedeu a São José.
São Francisco de Sales (†1655), doutor da Igreja, diz que “São José ultrapassou, na pureza, os Anjos da mais alta hierarquia”.

São Jerônimo (†420), doutor da Igreja, diz que: “José mereceu o nome de “Justo”, porque possuía de modo perfeito todas as virtudes”.

São Bernardo (†1153), doutor da Igreja: “De sua vocação, considerai a multiplicidade, a excelência, a sublimidade dos dons sobrenaturais com que foi enriquecido por Deus”.

Se São José foi escolhido para Esposo de Maria, a mais santa de todas as mulheres, é porque ele era o mais santo de todos os homens. Se houvesse alguém mais santo que José, certamente seria este escolhido por Jesus para Esposo de Sua Mãe Maria. Nós não pudemos escolher nosso pai e nossa mãe, mas Jesus pôde, então, escolheu os melhores que existiam.

São Francisco de Sales disse ainda: “Oh! que divina união entre Nossa Senhora e o glorioso São José; união que tornava José participante de todos os bens de sua cara Esposa e o fazia crescer maravilhosamente na perfeição, pela contínua comunicação com Ela, que possuía todas as virtudes em grau tão alto, que nenhuma criatura o pode atingir”.

Testemunho de Santa Teresa de Ávila (†1582), doutora da Igreja, devotíssima de São José. No “Livro da Vida”, sua autobiografia, ela escreveu:

“Tomei por advogado e senhor ao glorioso São José e muito me encomendei a ele. Claramente vi que dessa necessidade, como de outras maiores referentes à honra e à perda da alma, esse pai e senhor meu salvou-me com maior lucro do que eu lhe sabia pedir. Não me recordo de lhe haver, até agora, suplicado graça que tenha deixado de obter. Coisa admirável são os grandes favores que Deus me tem feito por intermédio desse bem-aventurado santo, e os perigos de que me tem livrado, tanto do corpo como da alma. A outros santos parece o Senhor ter dado graça para socorrer numa determinada necessidade.”

“Ao glorioso São José tenho experiência de que socorre em todas. O Senhor quer dar a entender com isso como lhe foi submisso na terra, onde São José, como pai adotivo, o podia mandar, assim no céu atende a todos os seus pedidos. Por experiência, o mesmo viram outras pessoas a quem eu aconselhava encomendar-se a ele. A todos quisera persuadir que fossem devotos desse glorioso santo, pela experiência que tenho de quantos bens alcança de Deus…De alguns anos para cá, no dia de sua festa, sempre lhe peço algum favor especial. Nunca deixei de ser atendida”.

No Evangelho consta que São José era carpinteiro: “Não é este o filho do carpinteiro?”(Mt 13, 55). Mas a expressão é mais genérica, pois diz “filius fabri”, quer dizer, filho de artesão.

A vocação de São José foi a de representante do Pai Eterno junto a seu Filho Unigênito na terra. Por isso os autores místicos o chamam de “Sombra do Pai Celeste”; um privilégio especial só a ele concedido. Isto nos faz lembrar a palavra que diz: “Eu sou o Senhor, esse é meu nome, a ninguém cederei minha glória, nem a ídolos minha honra” (Is 42,8).

São Basílio Magno (330-369), doutor da Igreja, diz: “Ainda que José tratasse sua mulher com todo afeto e amor e com todo o cuidado próprio dos cônjuges, entretanto se abstiveram dos atos conjugais” (Tratado da Virgem Santíssima, BAC, Madri, 1952, p. 36).

Papa Leão XIII disse na Encíclica Quamquam pluries: “Muitos Padres da Igreja, de acordo com a Sagrada Liturgia, acreditam que o antigo José, filho do Patriarca Jacó, tenha figurado a pessoa e o ministério do nosso São José, e simbolizado, com o seu esplendor, a grandeza e a glória do futuro Custódio da Sagrada Família.”

Eis o que diz a respeito São Bernardo, doutor a Igreja: “Lembra-te do grande Patriarca vendido para o Egito, e sabe que ele não só lhe herdou o nome, mas imitou-lhe também a castidade, mereceu-lhe a inocência e a graça. E se aquele José, vendido por inveja dos irmãos e conduzido ao Egito, prefigurou a venda de Cristo, o nosso José, fugindo da inveja de Herodes, levou Cristo para o Egito”.

Papa João Paulo II: “Precisamente em vista da sua contribuição para o mistério da Encarnação do Verbo, José e Maria receberam a graça de viverem juntos o carisma da virgindade e o dom do matrimônio. A comunhão de amor virginal de Maria e José, embora constitua um caso muito especial, ligado à realização concreta do mistério da Encarnação, foi todavia um verdadeiro matrimônio” (cf Exort. Apost. Redemptoris custos, 7).

São José é o patrono da boa morte: Santa Teresa, narrando a morte de suas filhas, devotas do Santo, dizia:

“Tenho observado que, no momento de exalar o último suspiro, gozavam inefável paz e tranqüilidade; sua morte assemelhava-se ao doce repouso da oração. Nada indicava que estivessem interiormente agitadas por tentações. Essas divinas luzes me libertaram o coração do temor da morte. Morrer parece-me agora o que há de mais fácil para uma alma fiel”.